Ficha limpa, serviços prestados e qualificação técnica. Esses são os predicados de Gisela Simona, segundo o servidor público, líder sindical e presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado de Mato Grosso (Sisma-MT), Oscalino Alves, para assumir a cadeira no Senado, deixada pela ex-senadora Selma Arruda (Podemos), que perdeu o mandato após ser cassada por caixa dois.

De acordo com Oscarlino, o Fórum Sindical prefere não ter uma posição fechada de apoio a candidaturas. Porém, várias lideranças que compõe o grupo estão analisando e debatendo que um nome forte seria o de Gisela, já que além de mulher, é servidora pública e tem no currículo um passado limpo.

“Gisela leva o apoio e preferência de várias lideranças sindicais. Já o Fórum Sindical não tem candidato e prefere também não ter uma posição fechada de apoio a candidatura, pois o grupo é uma junção de várias entidades. Mas, eu tenho compromisso com a candidatura da Gisela assim como outros colegas do Fórum”, afirmou.

Na avaliação do líder sindical, o nome de Gisela seria o mais ideal e forte, pois além de todas as qualidades já citadas acima, a servidora também já foi testada nas urnas e é a primeira suplente de deputada federal.

“A baixada cuiabana precisa ter uma representativa boa e com certeza seria bem representada por esta mulher guerreira”, finalizou.

Pré-candidatura

O Partido Republicano da Ordem Social (PROS) de Mato Grosso decidiu ainda em dezembro, do ano passado, lançar o nome de Gisela para a disputa da vaga no Senado.

Em uma entrevista à imprensa, o deputado estadual e presidente do Pros no Estado, João Batista, afirmou que após análise do quadro político, a 1ª suplente seria o melhor nome para ocupar o Senado.

“A mulher hoje é a essência da sociedade, por isso precisamos ter mais mulheres na política. O trabalho que Gisela desenvolve a frente do Procon, apenas confirma seu gigantesco potencial e sua competência para trabalhar no desenvolvimento de políticas publicas, que garantam o bem-estar social dos mato-grossenses”, concluiu.

Fonte: Muvuca Popular