Enquanto China fez hospital em dez dias, VLT e Hospital Central seguem inacabados

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Enquanto a China levou dez dias para construir um hospital de 34.000 metros quadrados na cidade de Wuhan, epicentro do coronavírus, o estado do Mato Grosso ostenta unidades de saúde que estão em obras há anos e não há sequer previsão de entrega. Em Cuiabá, o sonho de ter um Hospital Central se transformou em pesadelo: o esqueleto do hospital, abandonado por mais de 30 anos, hoje serve apenas de abrigo para usuários de drogas e mato. Não bastasse isso, ainda tem os descasos da saúde municipal.

Para construir um hospital em tempo recorde, a China contou com milhares de operários, mobilizados dia e noite, que nivelaram o terreno, instalaram as fundações de cimento, fizeram as conexões de água e energia e criaram 400 leitos, equipados com banheiros, equipamentos médicos e tecnologia 5G.

Quando se fala em obras no Brasil e no estado de Mato Grosso tudo vira piada, além de desvios milionários de recursos públicos, que o diga o VLT de Cuiabá, que já levou 1 bilhão de reais para o ralo.

Tudo no Brasil não é para favorecer a população, tem que ter licenciamento ambiental, propina de 20 por cento para este ou aquele agente público, aditivos que não tem fim e etc, enquanto isso os corruptos fazem festa e a população é que sofre com as obras inacabadas.

 Quando disseram que ia inaugurar foi um falatório danado dos políticos. E agora, cadê? Estamos jogadas às baratas — desabafou Maria Aparecida do Nascimento, de 52 anos, que mora há 30 anos em Várzea Grande e já perdeu esperanças de ver o VLT.

Além disso as unidades de saúde nos bairros falta de tudo, diz a técnica de enfermagem Danielle P. T, de 26 anos, lamentando o sofrimento da população. “É normal não ter um médico, falta esta ou aquela especialização. Já se tornou rotina em algumas unidades”, disse.

-A Saúde sempre foi mote para discurso eleitoreiro em Cuiabá, Várzea Grande. OBs. No Brasil é enxugar gelo.

Fonte: Caldeirão Político

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