Cassação do vereador Abilio Junior ganha repercussão nacional

2b5adf97684ca44de85056c0a3819d39

A revista de Exame repercutiu em seu portal, no domingo (16) reportagem original do Estadão sobre o pedido de cassação do vereador Abilio Junior.

A reportagem cita que o autor do pedido, Oseas Machado, suplente de Abilio Junior, foi exonerado do cargo de diretor do Hospital São Benedito em abril de 2019.

Exame também cita a fiscalização da CPI da Saúde, liderada pelo presidente Abilio Junior, “cujas descobertas resultaram até na prisão de um secretário de Saúde.”

A repercussão nas redes sociais ganhou peso e até o jornal O Estado de São Paulo publicou uma reportagem intitulada “Comissão na Câmara de Cuiabá pede cassação de ex-presidente da CPI da Saúde por ‘constranger servidores’ durante blitz em hospital”.

Outro lado

Câmara Municipal ainda não se manifestou.

vereador Abilio Junior disse estava amparado pelo Art. 11 da Lei Orgânica do Município, então vigente, que diz que ‘compete privativamente à Câmara Municipal fiscalizar e controlar os atos do Poder Executivo, incluindo os da Administração Indireta’. Este artigo foi revogado, posteriormente, pela base do prefeito, que aprovou projeto do Executivo que alterou a Lei Orgânica para determinar que, para fiscalizar, os vereadores devem solitar informações por escrito e os proíbe de acessar documento in loco.

“O prefeito tem influência sobre a Câmara de Vereadores e estamos enfrentando a corrupção não apenas dele, mas também dos vereadores que querem cassar meu mandato”, afirma Abílio.

prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, manifestou-se por meio de nota:

“O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, esclarece que:

– A Câmara Municipal de Cuiabá, por meio da Comissão de Ética, é a responsável pelo processo de cassação do mandato do vereador Abílio Júnior (PSC) por quebra de decoro parlamentar.

– Entende as acusações como sendo fruto do desespero e da falta de argumentos em uma pífia tentativa de atingir o prefeito da Capital.

– Pinheiro finaliza parafraseando a jornalista Rachel Sheherazade. “Críticas são inerentes ao processo democrático, entretanto quando existe absoluta falta de razão, na ausência completa de argumentos, resta aos medíocres, um último é covarde recurso: a difamação”.

 

Fonte: Caldeirão Político

Foto: Francinei Marans

Anúncio

Deixe um Comentário

Your email address will not be published. Required fields are marked *