Até o momento, o Judiciário divulgou informação de duas vítimas em Cuiabá e uma em Rondonópolis. Contudo, já se sabe que outras seis mulheres foram torturadas pelo agente penitenciário.

“Ele faz coisa que não é comum se fazer. Mantém as mulheres em cativeiro, comete crime psicológico. A vítima sai do relacionamento totalmente fragilizada”, diz a delegada Jorzilethe Criveletto, responsável pelos dois casos na Capital.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa de Édson Batista Alves. O espaço está aberto para manifestações.

(*Os nomes das vítimas são fictícios por medidas de proteção)

Fonte: O Livre

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