Gisela Simona comemora registro de candidatura ao Senado

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Candidata ao Senado pela coligação “Nossa União é Com o Povo”, Gisela Simona (Pros), comemorou seu registro de candidatura que foi deferido pelo Tribunal Regional Eleitoral de mato Grosso (TRE/MT), nesta segunda-feira (16).

De acordo com Gisela Simona, sua chapa terá como 1º suplente o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Arthur Nogueira (Rede) e na 2ª suplência o delegado titular da Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran), Christian Cabral (Pros). “Estou muito feliz e comemoro o registro da nossa candidatura, pois sabemos que essa homologação depende efetivamente do perfil e da idoneidade tanto do candidato quanto de seus suplentes. Nossa chapa está composta por pessoas íntegras, honestas, ficha limpa e com nomes totalmente aptos a concorrer o pleito em 26 de abril”, explanou.

Na avaliação de Gisela, o grupo está preparado para encarar o desafio e afirmou que o objetivo é apresentar um projeto novo na política, que traga benefícios verdadeiros para a sociedade mato-grossense. “Grande parte do nosso grupo político pertence a classe trabalhadora do Estado. Cada um de nós com sua experiência técnica em determinadas áreas, na saúde, na educação e no social. Nossos suplentes possuem um vasto conhecimento na área da segurança pública e por mais de 20 anos dediquei minha vida e meu trabalho prol dos consumidores e da população menos favorecida”, completou.

Suplentes

O primeiro suplente de Gisela Simona, é Arthur Nogueira que pertence ao  partido Rede, é ex-superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), completa 46 anos em 2020 e foi candidato a governador de Mato Grosso nas eleições de 2018. Nogueira exerceu o cargo de superintendente da PRF em Mato Grosso por quatro anos  e hoje ocupa o cargo de inspetor da PRF.

Já a segunda suplência é ocupada pelo delegado Christian Cabral (Pros), 44 anos, que ficou conhecido no Estado por sua atuação incisiva em diversas blitze da Lei Seca. Cabral conduziu e ainda conduz inquéritos de grande repercussão, sobre casos como o da médica Letícia que atropelou o verdureiro Francisco, o atropelamento triplo em frente à boate Valey Pub, em que 2 jovens morreram, e o caso do gari Darliney, que teve a perna amputada, após ser atropelado pela procuradora Luiza Farias, em um Jeep Renegade.

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