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Enquanto o país caminha para disputa das eleições municipais, traidores infestam a classe política mato-grossense. Um exemplo disso, é o caso de Eduardo da Silva Amorim, conhecido agora no município de Barão de Melgaço como ‘judas do pantanal’, que traiu seu grupo de aliados por conveniências e interesses políticos pessoais.

Segundo informações de municípes, os olhos de Eduardo brilharam por uma suposta proposta de um cargo de secretário na prefeitura de Barão, além de ter recebido uma boa quantia em dinheiro, fato que teria levado ‘o judas’ a ‘virar a casaca’. Vislumbrado com  a proposta de poder econômico, Eduardo deixou o Partido Republicano da Ordem Social (PROS), (detalhe: ele foi um dos fundadores da sigla na cidade), e mais que depressa, se filiou ao Partido Socialista Cristão (PSC), que por sinal, é um dos partidos de apoio da atual administração municipal.

Eduardo está começando mal a sua vida pública, queimou a largada, agora sua imagem política na cidade está manchada por uma postura que já está sendo condenada pelos eleitores pantaneiros. O pré-candidato a vereador terá difuculdades para reverter seu quadro político no município, pois o ‘judas do pantanal’, além de trair seu grupo, ainda tentou convencer outras pessoas a fazerem o mesmo. Uma tentativa fracassada de ganhar posição e confiança de outras lideranças.

Em nota, a direção do PROS Mato Grosso, informou que a história de Eduardo se resume em uma única frase: “A política adora traição, mas abomina o traidor”. As palavras foram as mesmas que Leonel Brizola disse para Dante de Oliveira, ambos já falecidos, quando o ex-governador se aproximou do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso e já estava de malas prontas para trocar o PDT pelo PSDB no ínicio da década de 1990.

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