Mauro diz trabalhar 12 horas por dia e defende expediente integral em MT

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Mesmo com o número de casos do Covid-19 aumentando em Mato Grosso, o governador Mauro Mendes (DEM) voltou a defender nesta terça-feira (19) a retomada do expediente normal dos servidores públicos do Estado. Atualmente, os funcionários cumprem suas funções em regime de revezamento e de teletrabalho.

Segundo ele, é necessário retomar as atividades normalmente para não prejudicar a máquina pública. “Todo mundo quer ficar em casa agora. Se for assim, não vai ter ninguém trabalhando nos hospitais. Está cheio de casos lá. Os profissionais da saúde vão embora pra casa?”, questionou.

 

Desde maio, Mendes reduziu a carga horária dos trabalhadores de 8 horas para 6 horas, como medida de prevenção ao coronavírus. Além disso, foram liberados para trabalhar de casa pessoas que integram o grupo de risco.

Os que continuaram trabalhando seguem uma escala de revezamento de 50% das equipes, sendo um dia de forma presencial e o outro dia no sistema de teletrabalho. No entanto, no início do mês, um servidor da Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) foi diagnosticado com a doença.

 

A notícia colocou o Palácio Paiaguás em alerta e deixou muitos servidores assustados. Porém, para o governador, há como seguir trabalhando tomando as medidas de prevenção. “Tem que tomar as precauções. Se teve um caso, você afasta a pessoa. Agora nós precisamos trabalhar”, afirma.

Segundo o democrata, o Executivo tomou medidas para obrigar os servidores agirem com prevenção e citou que está dando expediente todos os dias no Palácio Paiaguas. “Precisamos dar o exemplo também. Eu mesmo trabalho 12 horas por dia. Estamos mantendo todo mundo usando a máscara. Tem multa se alguém tiver sem. Tem álcool pra todo mundo limpar a mão. Nós diminuímos uma escala. Quem está em grupo de risco está em home office”, justificou.

 

Por fim,  Mendes alertou que a retomada das atividades é essencial para a máquina pública funcionar e o Estado cumprir com suas obrigações, inclusive pagar os salários dos servidores. “Precisamos trabalhar meus amigos. Se a gente não trabalha, compromete a arrecadação e aí não vai ter salário. O governo não tem uma maquininha que fica gerando dinheiro não. Tem sempre aqueles que, não sei se por medo, não sei se vê uma oportunidade de ficar em casa. Nós precisamos enfrentar essa doença, com cuidado. Se correr todo mundo para casa, vai virar um caos”, finalizou.

 

Fonte Folhamax

Foto Reprodução

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