Após dois meses em estado crítico, MT reduz ocupação de UTIs

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O boletim da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz) divulgado na quarta-feira (12) mostrou que após dois meses em situação crítica, Mato Grosso finalmente apresentou redução da ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), quesito utilizado para medir o avanço da pandemia da covid-19.

 

Entre os dias 3 e 10 de maio, a região Centro-Oeste deixou a zona de alerta crítico, quando mais de 90% das UTIs estão ocupadas. Mato Grosso estava nesse alerta desde 1º de março, mês em que chegou a ter fila de espera por esse tipo de leito.

No dia 10 de maio, a ocupação das UTIs exclusivas para covid-19 chegou a 79%, sendo classificado como risco médio. Na comparação entre as capitais, Cuiabá tem 66% dos leitos ocupados, o que também a tira da zona de alerta.

 

De acordo com o documento, a situação de alerta baixo ocorre em 4 estados. Amazonas, Roraima, Acre e Paraíba tem ocupação baixa, com menos de 60% das UTIs com pacientes diagnosticados com a covid-19.

 

Segundo o boletim, essa redução da ocupação das UTIs sinaliza “melhoria no quadro geral da pandemia”, mas que o quadro ainda é “predominantemente preocupante”. Para que as quedas nas mortes, a Fundação reforça a necessidade da “aceleração da vacinação, do distanciamento físico entre pessoas fora da convivência domiciliar, da higiene frequente das mãos e do uso de máscaras de forma adequada”.

 

Fonte: Gazeta Digital / Foto: Reprodução

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