Blog

Bring to the table win-win survival strategies to ensure proactive domination. At the end of the day, going forward, a new normal that has evolved from generation.
Redacao19 de abril de 2021
Screenshot_20210418-204549_Chrome.jpg

5min00

Mato Grosso tem um dos piores ritmos de vacinação contra a Covid-19 do país e, segundo levantamento do Tribunal de Contas Estado (TCE), na lista de vacinados ainda aparecem possíveis irregularidades, como o uso de CPFs de 27 pessoas que já estariam mortas. Os dados foram cruzados com informações com diversas bases de dados – como a do Sistema Nacional de Óbitos.

Cerca de 100 nomes apareceram com algum tipo de irregularidade e, de acordo com o levantamento, 27 pessoas teriam recebido doses da vacina depois de já terem morrido.

Em março, a Controladoria Geral da União havia realizado o mesmo cruzamento de informações. Foram encontradas inconsistências em cerca de 50 mil nomes.

Em 16 de outubro do ano passado, Elvira Furlan, de 84 anos, se sentiu indisposta, começou a tossir e ter dor de cabeça. A filha Gicelda Cargnin levou a mãe ao médico, mas ela não resistiu.

No atestado de óbito, a causa foi pneumonia.

Só que agora, o sistema de informações do Programa Nacional de Imunizações mostra que Elvira teria recebido a primeira dose da vacina contra a Covid no dia 4 de março deste ano, cinco meses depois de ela ter sido sepultada no cemitério de Vera, cidade do Norte de Mato Grosso.

“Como que minha mãe ia tomar vacina se faleceu em outubro de 2020? 16 de outubro de 2020. Não existe, não tem como, não é justo. Não tinha vacina, não tinha chegado ainda”, disse a filha.

O TCE quer saber se o CPF de pessoas que, em tese fariam parte do grupo de prioritários, mas que já estão mortas, foi usado por outros para furar a fila.

O presidente do TCE, Guilherme Maluf, disse que o órgão encontrou irregularidades.

“Identificamos 27 suspeitos em 22 municípios e estamos aguardando a defesa desses municípios. Demos 15 dias para que esses municípios se pronunciem sobre esse fato. Talvez não tenha sido um delito, simplesmente uma falha. Pode ser o nome homônimo. Agora obviamente que se constatado que foi feito um delito, nós vamos tomar as medidas necessárias, vamos usar a Justiça, o Ministério Público, todas as ferramentas para responsabilizar essas pessoas que estão burlando a fila”, disse Maluf.

No mês passado, a CGU fez o mesmo cruzamento de informações para saber se as vacinas estão sendo aplicadas nas pessoas certas.

Foram encontradas inconsistências em cerca de 50 mil nomes.

A CGU está investigando e afirma que apesar de o percentual de inconsistências ser pequeno (no máximo 0,5%) do total de vacinados do país, o desrespeito à ordem de vacinação dos grupos prioritários, além de grave desvio ético, poderá ocasionar a responsabilização administrativa ou judicial dos envolvidos.

“Vai ter que ser apurado isso aí porque não é justo. Não pode de jeito nenhum. Minha mãe está descansando lá no céu e aqui embaixo estão usando o documento dela. Eu não acho certo não. não é justo”, diz Gicelda.

Fonte: G1 MT / Foto: Reprodução


Redacao19 de abril de 2021
Screenshot_20210419-222315_Chrome.jpg

5min00

Pacientes com Covid-19 do Hospital São Judas Tadeu, localizado em Cuiabá, teriam recebido doses altíssimas de morfina, medicamento indicado para o tratamento de câncer, no lugar de dosagens corretas de analgésicos. As informações são do programa Cidade Alerta, da TV Vila Real (10.1), que ouviu a delegada da Polícia Judiciária Civil (PJC) que preside o inquérito, Luciane Barros Pereira Lima. 

A denúncia, feita por próprios funcionários do hospital, informou que pacientes teriam recebido “altas doses” de morfina no tratamento contra o Covid-19, quando, na verdade, deveriam ter recebido a dosagem correta de outros analgésicos.

A reportagem informou ainda, que outro depoimento chegou à delegacia de polícia civil, relatando que uma mulher, que corria risco de morte, foi transferida do local com ferimentos graves nas mãos em razão de ter sido “amarrada” na cama durante o seu tratamento. 

De acordo com Luciane Barros Pereira Lima, Amanda Delmondes Benício, enfermeira que fez a primeira denúncia sobre o tratamento inadequado que teria sido dado ao major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza– morto por complicações do Covid-19 no último dia 4 de abril -, já foi ouvida. 

A delegada revelou ainda que outros dois pacientes que estavam no mesmo quarto do major estão sendo ouvidos e até a fase final do inquérito, outros funcionários da unidade de saúde particular também deverão prestar depoimento.

Através dos relatos, o inquérito passará a ter informações importantes para embasar possível denúncia contra o hospital.

As investigações contra o Hospital São Judas Tadeu tiveram início após a técnica de enfermagem Amanda Delmondes Benício, que trabalhava no Hospital São Judas Tadeu, em Cuiabá, ter registrado um boletim de ocorrências, no dia 5 de abril, para denunciar irregularidades na unidade.

Segundo ela, o paciente, major da PM, Thiago Martins de Souza, que estava saturando não estava recebendo o tratamento correto. Ele acabou morrendo. Antes, ele conseguiu pedir socorro a amigos e a uma advogada pelo celular. O hospital nega todas as acusações e prometeu tomar medidas cíveis e criminais contra a denunciante.

Amanda relatou que trabalhou até o dia 1º de abril no Hospital São Judas Tadeu como técnica de enfermagem e foi demitida naquele dia pois tentou contar nas redes sociais as irregularidades que estavam ocorrendo na unidade. 

Na época, o Hospital São Judas Tadeu negou as acusações dizendo que a técnica de enfermagem estaria tentando uma retaliação contra a unidade de saúde em razão de ter sido demitida.

Outro lado

Procurado pela reportagem, o Hospital São Judas Tadeus disse à equipe da TV Vila Real que está aguardando ser notificado pela Polícia Judiciária Civil para se pronunciar.

A assessoria informou ainda que está aguardando os resultados das investigações. Por fim, a direção do hospital garantiu que tomou todos os cuidados necessários com os pacientes e está a disposição dos órgãos competentes para prestar esclarecimentos.

Fonte: Olhar Direto / Foto: Rogério Florentino-Olhar Direto


Redacao19 de abril de 2021
Screenshot_20210418-203150_Chrome.jpg

6min00

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (19), 344.792 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 9.168 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Apenas nas últimas 24 horas foram 84 mortes pela doença, entre elas a de uma bebê de um ano de idade, de Campinápolis.

Conforme o boletim, foram notificadas 1.896 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 344.792 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 10.992 estão em isolamento domiciliar e 322.617 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 514 internações em UTIs públicas e 458 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 95,90% para UTIs adulto e em 57% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (73.237), Rondonópolis (25.643), Várzea Grande (22.608), Sinop (18.139), Sorriso (12.336), Tangará da Serra (11.464), Lucas do Rio Verde (11.051), Primavera do Leste (9.807), Cáceres (7.364) e Alta Floresta (6.510).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 305.351 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 592 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

No domingo (18), o Governo Federal confirmou o total de 13.943.071 casos da Covid-19 no Brasil e 373.335 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 13.900.091 casos da Covid-19 no Brasil e 371.678 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta segunda-feira (19).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

-Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: Olhar Direto / Foto Reprodução


Redacao19 de abril de 2021
Screenshot_20210419-220618_Chrome.jpg

5min00

A secretaria municipal de Saúde liberou o cadastro para pessoas de 60 a 64 anos no site vacina.cuiaba.mt.gov.br . Ele deve ser feito por moradores de Cuiabá que desejam tomar a vacina contra o coronavírus.

Valéria de Oliveira, coordenadora da campanha de vacinação, explica que a imunização deste grupo ainda não está aberta, apenas o cadastro que foi liberado neste domingo (18). “Fazendo o cadastro a pessoa entra na fila de espera para quando a vacinação deste público começar. Estamos apenas agilizando o processo, para que as pessoas deixem o cadastro pronto”, explica.

Ela ressalta que Cuiabá ainda está vacinando o público de 65 a 69 anos com primeira dose e idosos a partir de 70 anos que ainda não se vacinaram. Também está em andamento a vacinação de segunda dose para pessoas que já passaram da data correta, ne a partir de terça-feira (20) começa a segunda dose do público de 70 a 74 anos.

“É importante que as pessoas não fiquem ansiosas, porque cada vez que a faixa etária diminui, aumenta o número de cidadãos cadastrados. Todos que fizeram cadastro vão receber a agenda de suas vacinas no próprio cadastro, à medida que abrirem as vagas de acordo com o número de doses disponibilizadas para o dia. Isso quer dizer que pode demorar alguns dias até que a agenda seja disponibilizada, pois não é possível agendar todos ao mesmo tempo”, comenta Valéria.

Passo a passo do agendamento

-Entre no site vacina.cuiaba.mt.gov.br ;

-Clique em PRÉ CADASTRO;

-Clique em ACEITAR E CONTINUAR;

-No campo GRUPO DE RISCO escolher PESSOAS DE 60 A 64 ANOS e clique em PRÓXIMO PASSO;

-Escolha a unidade onde deseja receber a vacina e clique em PRÓXIMO PASSO;

-Preencha todos os dados que estão marcados com * (no campo INFORME SUA PROFISSÃO, pode escrever a profissão que desempenhava ou escrever aposentado/aposentada);

– Não precisa preencher os campos INFORME O ESTABELECIMENTO/LOCAL DE SAÚDE  e INFORME SEU SETOR DE TRABALHO;

-Clique em enviar cadastro;

-Clique em salvar cadastro.

*A pessoa vai entrar em uma fila de espera e será agendada nos próximos dias, sempre seguindo por ordem cronológica de cadastro. Ela precisa consultar o cadastro regularmente, pois quando tiver vaga, aparecerá a data e o horário do agendamento. Clique no desenho da impressora para gerar o QR Code. Imprima ou tire um print do QR Code para levar no dia que for se vacinar.

Fonte: RDNEWS / Foto: Rodinei Crescêncio


Redacao19 de abril de 2021
DepJB.jpg

6min00

Por 19 votos sim e dois contrários, os deputados derrubaram o veto 27/2021, ao Projeto de Lei 160/2021, de autoria das lideranças partidárias, que dispõe sobre a proibição de corte no fornecimento de energia elétrica em Mato Grosso e dá outras providências.

Durante a Sessão Plenária, desta segunda-feira (19), o deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), que votou pela derrubada do veto, ressaltou que neste momento, o projeto irá beneficiar os setores afetados com crise financeira gerada pela Covid-19.

“Com a pandemia, muitas pessoas estão em dificuldades financeiras, os profissionais autônomos, comerciantes, empresários e principalmente a população menos favorecida, que não consegue pagar a conta. Por esse motivo, não é justo cortar a energia de quem não tem condições de pagar”, salientou João Batista.

O primeiro-secretário da Mesa Diretora, deputado Eduardo Botelho (DEM), fez ampla defesa pela derrubada do veto e citou a decisão do Supremo Tribunal Federal que dá autonomia aos estados e assembleias às ações necessárias para ajudar a população no combate à pandemia.

“Vivemos um momento difícil, muitas pessoas e empresas estão passando por dificuldade, sobretudo o comércio que está sem movimento e não tem como pagar essa conta de energia. Nesse momento, não é justo chegar lá e cortar, pois já está tendo dificuldades e ainda vai lá cortar a energia? Essa é a justificativa que derrubamos esse veto”, explicou Botelho.

O presidente da casa, Max Russi (PSB) sugeriu, ainda, que seja apresentado um novo projeto de lei para que seja possível parcelar a conta destes três meses em até 60 vezes. A ideia foi endossada pelo deputado Ulysses Moraes (PSL) e por Allan Kardec (PDT), que afirmou que se isso não for feito, será apenas adiado o sofrimento.

O deputado Wilson Santos (PSDB) lembrou da dificuldade do setor de bares e restaurantes. “30% dos bares e restaurantes já foram fechados, não voltam mais. Se a pandemia durar mais 60 dias vai ultrapassar 50%. O peso da energia é muito forte e o governador Dante De Oliviera foi sábio quando fez uma reforma no sistema tributário e isentou o pequeno consumidor, aquele que tem dois bicos de lâmpada, uma geladeira”, contou.

A proposta agora segue para o governo sancionar em até cinco dias. Caso contrário, voltará à ALMT para a promulgação pela Mesa Diretora para entrar em vigor.

Na tribuna, Botelho fez amplo debate e pediu celeridade na votação. Citou como base a decisão do Supremo Tribunal Federal – STF em que a ministra Carmen Lúcia reconhece a autonomia das Assembleias e estados para definir sobre ações de combate à pandemia.

“Muitos falam que é inconstitucional, mas essa ação já foi julgada no Supremo Tribunal Federal. A Assembleia Legislativa de Rondônia fez uma lei parecida com a nossa. Entraram no Supremo com o pedido de Adin, mas foi negada pela ministra Carmen Lúcia, ela dizendo que em momentos como esse os estados e assembleias têm sim autonomia para dirimir sobre esses casos”, explicou o deputado.

Outra batalha que deverá ser travada nos próximos dias, conforme anunciou Botelho, será a aprovação de outro projeto que proíba a cobrança de juros e correção monetária das contas de energia elétrica que ficarão acumuladas. Esse projeto deverá ser apresentado na próxima sessão.

“Vamos derrubar esse veto e depois o senhor [Wilson Santos] entra com o projeto para que possamos fazer o mais rápido possível a retirada dos juros e a correção monetária”, concluiu o parlamentar.

Fonte: Folhamax/Olhar Direto Foto: Reprodução


Redacao18 de abril de 2021
Screenshot_20210418-220305_Chrome.jpg

8min00

A aceleração de casos de covid-19 no Brasil é como um “foguete subindo a 10 mil quilômetros por hora até a estratosfera”, compara o cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt.

Depois do cenário catastrófico do início do ano, com explosão das transmissões pelo vírus e lotação de UTIs no país, alguns Estados já passaram a flexibilizar as restrições que tentam diminuir a circulação do coronavírus. As medidas, contudo, estão sendo abandonadas de forma “bastante precipitada”, avalia o cientista. A situação ainda é crítica, com alta ocupação hospitalar e alta de mortes diárias.

“O Brasil não está nem perto de ter queda de casos de covid-19”, diz Schrarstzhaupt, um dos coordenadores da Rede Análise Covid-19. Com o afrouxamento, o cientista observa que alguns Estados já perigam voltar a acelerar o número de casos. “Estamos flexibilizando cedo demais e revertendo a desaceleração.”

Com média de novos casos nos últimos sete dias em 65 mil diários e a de óbitos quase chegando a 3 mil mortes nos últimos dias, “flexibilizar agora vai criar uma explosão muito maior de casos”, opina ele. “O Brasil só deu uma respirada, encheu pulmão de ar e já vai voltar a mergulhar de novo. Não deixou cair o número de casos para valer.”

Mais de 371 mil pessoas já perderam a vida pela covid-19 no Brasil. Especialistas em todo o Brasil têm pedido um “lockdown nacional”, com medidas mais restritivas que as adotadas até agora e durante três semanas para sair da crise sanitária.

Em um lockdown, ou confinamento, as pessoas ficam dentro de casa para diminuir a circulação em ambientes com outras pessoas e, assim, quebrar cadeias de transmissão. A medida foi adotada em diversos países e se mostrou eficaz para conter o vírus e, como consequência, hospitalizações e mortes. Normalmente, essas medidas vêm associadas de auxílio financeiro do governo para quem não pode trabalhar de casa.

Mas mesmo as restrições mais brandas adotadas por Estados brasileiros estão sendo abandonadas agora, enquanto o país segue com um patamar bastante alto de casos. Essa situação pode resultar em dois cenários, prevê Schrarstzhaupt: – O número de casos vai estabilizar, mas em um nível muito alto, transformando a “recém conquistada desaceleração em um platô de muitos óbitos”.

– O número alto de pessoas doentes circulando será um “combustível” para novas infecções, gerando um novo aumento do número de casos, hospitalizações e mortes no Brasil A vacinação, por enquanto, está muito incipiente para ser vista como um “escudo”, diz ele. “Se eu fosse apostar, hoje estou enxergando um platô altíssimo. Os casos não vão cair, teremos uma ocupação enorme nos hospitais, aquela coisa ultraestressante para o sistema.”

Foguete

Em seu dia a dia, Schrarstzhaupt faz análise de riscos para empresas. Na pandemia, passou a analisar dados de mobilidade da população e do número de casos de covid-19, fazendo previsões acertadas. Tornou-se um dos coordenadores da Rede Análise Covid-19, formada por pesquisadores voluntários dedicados a divulgar informações científicas sobre a pandemia no Brasil.

O cientista analisa dados de mobilidade fornecidos pelo Google. São dados anônimos de quem usa serviços de localização do celular, e mostram o deslocamento das pessoas em cidades e Estados para locais de trabalho, mercado, farmácias, residências, transporte público. Em suma, revelam a dinâmica da sociedade: se a população está ficando mais em casa ou se está saindo para realizar atividades em outros lugares.

Outra métrica que ele usa é a da média móvel de casos positivos por dia. Comparando quantos casos foram notificados a cada dia, Schrarstzhaupt consegue enxergar a aceleração. Ele explica: “A aceleração é a velocidade do crescimento. Está crescendo a quanto? É isso que eu procuro saber”.

Ele então compara a mobilidade das pessoas com a aceleração – em tese, quanto maior o deslocamento das pessoas, maior é a possibilidade de contágio. Os dados não demonstram causa e efeito, mas correlação, embora desde o início da pandemia a correlação entre estes dados tenha sido bastante sólida, diz ele. O cruzamento desses dados o ajuda a prever a direção da pandemia no Brasil.

Para continuarmos na metáfora do início da reportagem, é como se a curva de casos de covid-19 no Brasil fosse um foguete, propõe o pesquisador. Quando o deslocamento das pessoas foi restringido nos últimos meses, o foguete desacelerou. Em outras palavras, continuou subindo, mas cada vez mais devagar.

“Estávamos explodindo sem freio. Fizemos restrições em vários Estados e conseguimos desacelerar. Não é queda, é a velocidade de subida que reduziu.” Foi um leve pé no freio, porque ainda estamos acelerando. O foguete “continua lá em cima na estratosfera”, diz Schrarstzhaupt, “com muitos casos, internações e óbitos”.

Para que mude de direção e comece a cair, é preciso fazer a mesma força para empurrá-lo para baixo. Essa força são as medidas de contenção do vírus, de restrição de mobilidade.

Fonte: Uol/ Foto: REUTERS/AMANDA PEROBELLI


Redacao18 de abril de 2021
Screenshot_20210418-215709_Chrome.jpg

2min00

Fechando a 1° fase do Campeonato Mato-grossense, o Cuiabá venceu o Dom Bosco por 2 a 0 no estádio Dito Souza, em Várzea Grande. Camilo e Jonathan Cafú marcaram os gols da partida.

Com os resultados da última rodada, o Dourado vai enfrentar o Dom Bosco nas quartas de final. O Operário o Sorriso. Já o Nova Mutum pega o Luverdense e o União o Ação. A Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) deverá divulgar a tabela com datas, horários e locais em breve.

O Operário também venceu o Sorriso, de virada, por 2 a 1, no Cristo Rei.  Willian abriu o placar para o Lobo do Norte. Luan e Odair Jr viraram para o Tricolor.

O Ação venceu o União por 3 a 0, na Arena Pantanal. Pikachu, Pedro Paulo e Lukako fizeram os gols do Tuiuiú.  Foi a estreia do novo técnico do time rondonopolitano, Zé Humberto.

O Nova Mutum venceu o Sinop Futebol Clube, por 2 a 1, no estádio Gigante do Norte. Já rebaixado a segunda divisão, o Galo do Norte amargou sua nona derrota, sem conseguir somar um ponto na tabela. Já o Azulão segue mantendo sua invencibilidade.

Fonte:  Só Notícias/ Foto Reprodução Assessoria


Redacao18 de abril de 2021
Screenshot_20210418-213839_Gallery.jpg

3min00

Um homem suspeito de estuprar e manter em cárcere privado uma mulher de 25 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Sorriso (442 km ao norte de Cuiabá) na manhã deste sábado. O suspeito, de 21 anos, é vizinho da vítima e a manteve refém por quase 12 horas enquanto praticava os abusos e agressões como socos e pontapés. O homem coagiu a jovem usando uma faca e só a soltou após ela o convencer que não denunciaria.

As diligências iniciaram somente após a vítima comparecer à Delegacia de Sorriso, visivelmente abalada e com vários hematomas pelo corpo para comunicar o crime. A comunicação ocorreu logo após ser libertada pelo agressor. Segundo as informações, o suspeito pulou o muro da sua casa por volta de meia noite e meia,  e em posse de uma faca a ameaçou, agrediu fisicamente e obrigou a vítima a manter relações sexuais no período em que permaneceu dentro da residência.

Além do abuso sexual, a vítima foi agredida com socos, tapas e mordidas, a todo tempo sendo ameaçada com a faca. O suspeito ainda filmou a vítima e disse que publicaria os vídeos nas redes sociais, caso fosse denunciado.

As diligências do caso foram coordenadas pelo delegado José Getúlio Daniel, culminando na prisão do suspeito em flagrante. O homem estava com a motocicleta da vítima no estacionamento de um supermercado da cidade.

Ele foi conduzido à Delegacia de sorriso e após ser interrogado foi autuado em flagrante pelo crime de estupro.

Fonte: RD News / Foto Reprodução Internet


Redacao18 de abril de 2021
xJair-Bolsonaro.jpg.pagespeed.ic_.sJlDF83arw.jpg

5min00

Indicados para compor a CPI da Pandemia discutem incluir no plano de trabalho da comissão frentes de investigação que incluem as omissões do governo federal na recomendação do distanciamento social, a produção e distribuição de hidroxicloroquina e cloroquina durante a pandemia, e a demora na compra de vacinas. 

Segundo o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que deve assumir a vice-presidência da CPI, é provável que se definam sub-relatorias diante do grande volume de trabalho.

Todos os ministros que comandaram a Saúde no governo Jair Bolsonaro e o atual chefe da pasta, Marcelo Queiroga, serão chamados a falar, segundo o senador Otto Alencar (PSD-BA). Também devem ser ouvidos os principais fabricantes de vacina, em especial a Pfizer, cuja negociação com o governo federal ficou travada por meses, diz Randolfe.

Os integrantes da CPI, cuja instalação deve ocorrer na próxima semana, ainda são cautelosos sobre quais serão os investigados da comissão. Mas há expectativa que Eduardo Pazuello figure entre os alvos. 

Ele está na mira do Tribunal de Contas da União, onde ministros apoiam a apuração de responsabilidades do general e defendem que ele receba multa por erros cometidos na gestão da pandemia. Um dos primeiros atos da CPI será justamente requerer documentos ao TCU e ao Ministério Público Federal.

Os senadores têm reforçado sua posição de isenção e que não chegam na CPI com conclusões tomadas. Mas a pressão sobre o governo federal será intensa.

Randolfe Rodrigues diz que é “explícita” a influência do presidente Jair Bolsonaro em decisões erradas tomadas pelo Ministério da Saúde no enfrentamento da pandemia.

Ele defende fazer uma cronologia dos posicionamentos do presidente e relacionar com o avanço da crise. “Qual a consequência do presidente dizer à população que é só uma gripezinha, que não vai comprar a ‘vachina do Doria’, que quem tomar vacina vai virar jacaré, a demora em fechar a compra da Pfizer?”, diz o senador.

Otto Alencar diz que a ideia é fazer uma CPI também propositiva, que pressione o governo a corrigir rumos. Ele faz um diagnóstico ácido da gestão do Ministério da Saúde até agora.

“O governo passou um ano com um ministro à frente da Saúde com procedimentos totalmente equivocados, que realmente não deram certo, tanto que houve expansão da doença, veio a segunda onda, com falta de oxigênio, falta de insumos do kit intubação, o drama no Amazonas”, diz o senador. 

Alencar, que é médico e foi secretário de saúde na Bahia, diz que o país ouviu “muito besteirol” de integrantes do governo federal durante a pandemia.

“Besteiras faladas por pessoas que não tem formação médica, a começar pelo presidente Jair Bolsonaro. Tudo o que ele falou foi errado: gripezinha, cloroquina, anita. Se nem a ciência entende direito ainda a doença, será ele a entender?”. 

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) tem feito críticas públicas à gestão do governo Jair Bolsonaro. Em entrevista publicada neste sábado pelo jornal Folha de S.Paulo, disse que “não há dúvida nenhuma que um dos principais culpados pela situação a que nós chegamos é o governo federal”.

Fonte: RD NEWS /Foto: Reprodução


Redacao18 de abril de 2021
Screenshot_20210418-211331_Chrome.jpg

7min00

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) apresentou nesta sexta-feira (16) uma projeção de como pretende reconstruir o tradicional Mercado Municipal, localizado no centro da cidade e que há muito tempo sofre com o abandono.

Com a justificativa de levar Cuiabá rumo aos tempos modernos, ele defendeu a demolição do prédio como conhecemos hoje e a edificação de um novo, de quatro andares, que contemplará comércios, estacionamentos e espaço de convivência.

Não é a primeira vez que os cuiabanos, caso o projeto seja concluído, vão ver um espaço público passar por este tipo de transformação. Recentemente, houve a demolição do Estádio do Verdão e, em tempos anteriores, da Igreja Matriz e do Palácio Alencastro.

A expectativa de Pinheiro é abrir a concorrência pública para os interessados no empreendimento em junho deste ano, já que o Estudo Técnico, Jurídico, Econômico e Financeiro foi entregue oficialmente na cerimônia desta sexta-feira (16). Até lá, ele garante que cumprirá à risca todos os procedimentos legais, como a realização de audiências públicas para ouvir a sociedade.

Investimentos de grandes proporções

Além de investir no prédio, quem apresentar a proposta para a Parceria Público Privada também terá que aplicar recursos na área de entorno, como vias urbanas e região das praças Alencastro e Ipiranga.

Outro grande desafio do empreendedor será tornar a região inteligente, ou seja, organizar todos os espaços de estacionamento e dar aos usuários acesso a aplicativos que facilitem a mobilidade na região e também o trabalho da segurança.

A equipe do site de notícias O LIVRE perguntou à prefeitura de Cuiabá, por meio da assessoria de Imprensa, quanto seria o investimento estimado, mas ainda não obteve o retorno.

Vale lembrar que outros projetos de grandes proporções idealizados pelo gestor também não saíram do mundo das ideias, como era o caso da Torre do Morro da Luz. Lá, a proposta era de se construir uma edificação semelhante a Space Needle ( em português “Obelisco do Espaço), localizada em Seatle, nos Estados Unidos, ou CN Tower, em Toronto, Canadá.

Contudo, Emanuel assegura que se manterá firme na programação e espera assinar o contrato com a empresa em setembro deste ano. Após firmada a parceria, o vencedor terá entre 18 e 20 meses para concluir as obras.

A renovação da tradição

Durante vários momentos da apresentação do Estudo Técnico, Jurídico, Econômico e Financeiro, as palavras tradição e juventude foram citadas. Entretanto, ganhou forma o rejuvenescimento da área por conta do descarte do antigo em detrimento de questões comerciais e de sobrevivência.

O responsável pelo trabalho, Arthur de Oliveira, da Promulti Engenharia, citou que foram feitas pesquisas mostrando o desinteresse atual dos mais novos em circular pelo Centro Histórico.  Um trabalho de escuta que também mostrou que eles se interessariam, caso houvessem atrativos.

Por esse motivo, a criação de um espaço novo se justificou e ganhou ares contemporâneos com o uso de inteligência artificial, por meio de aplicativos de orientação, e a instalação de áreas de convivência com disponibilidade de Internet e tomadas, itens essenciais para a nova geração, marcada pela conectividade.

Oliveira também argumentou que é preciso ver o lado da empresa interessada. Como não haverá investimento público no projeto, o investidor precisa garantir o retorno com a área, que virá por meio dos alugueis, do estacionamento e da venda de mídia nos espaços físicos e aplicativos.

Veja o vídeo do projeto:

Fonte, foto e vídeo: O LIVRE