Categoria: Agro & Economia

Redacao24 de março de 2020
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Números mostram que produção de carne bovina deve superar o volume de consumo em 2020, diante da pandemia global do novo coronavírus, porém  consumidores têm promovido verdadeiras corridas aos supermercados com medo de que haja desabastecimento de alimentos. Um levantamento encomendado pelo Sindicato das Indústrias de Frigoríficos (Sindifrigo) mostra que o fornecimento de carne bovina está garantido no Brasil e em Mato Grosso.

A projeção é de que a produção brasileira de carne bovina deve ser 35,5% maior do que o volume consumido no País. Essa produção já está contratada com as operações em andamento nas fazendas, e, por conta da dinâmica da cadeia produtiva, não pode ser interrompida. Ou seja, os volumes serão produzidos, portanto não há risco de desabastecimento de proteínas.

A avaliação do Sindifrigo, por meio do presidente da entidade, Paulo Bellincanta, é de que o setor produtivo de carne bovina está trabalhando para garantir o fornecimento de alimento de qualidade para todos os brasileiros e para as centenas de países para os quais a nossa carne é exportada.

A entidade também informa que está em contato direto com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para gerenciar e identificar situações pontuais que necessitem de ações para ajustar fluidez do processo produtivo.

 

Fonte e foto: Hipernotícias


Redacao7 de fevereiro de 2020
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Redacao25 de janeiro de 2020
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2min00

O Boletim Impostômetro, realizado às sextas-feiras pela Fecomércio-MT, observou que os mato-grossenses pagaram em tributos municipais, estaduais e federais mais de R$ 3 bilhões nos primeiros 24 dias de 2020. Na semana passado, o montante recolhido foi de R$ 2.153 mi, ou seja, em sete dias, a população do estado pagou em impostos, taxas e contribuições aproximadamente 850 milhões de reais aos cofres públicos.

No ano passado, também em 24 dias, o Impostômetro da Fecomércio-MT havia contabilizado R$ 2.931 bilhões em Mato Grosso. Para atingir a marca de R$ 3 bi, foi necessário um dia a mais.

O Brasil já chegou à marca de R$ 204 bi e o aumento em relação ao ano anterior, que neste mesmo período foi de R$ 199 bilhões, tem a ver com o estímulo ao crédito para pessoas físicas e a redução da taxa básica de juros, o que contribuiu para o aumento da arrecadação.

Mato Grosso na contramão

Apesar da melhora econômica observada no país, o Estado de Mato Grosso resolveu aumentar a carga tributária com a Lei Complementar nº 631/2019, que altera a forma de recolhimento do ICMS e embute uma maior alíquota do imposto em produtos do comércio. Tanto para os economistas como para autoridades ligadas ao setor, os governos (municipais, estaduais e federal) não devem se preocupar somente em aumentar a arrecadação sem antes procurar formas de cortar da própria carne.

Fonte: Isso É Notícia


Redacao18 de janeiro de 2020
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1min00

Um jovem de 23 anos, identificado como Sidney Gianini Júnior, morreu nesta sexta-feira (17), após o avião agrícola que ele pilotava, cair em uma propriedade rural, localizada no município de Guiratinga (332 km de Cuiabá).

Segundo informações, a aeronave estava sendo utilizada para a aplicação de fertilizantes quando ocorreu o acidente. Conforme apurado, o piloto seria filho de um empresário do setor de avião.

De acordo com moradores da região, o rapaz pulverizava uma lavoura de soja, quando resolveu ajudar outros pilotos. Com muitos aviões na pista, ele não conseguiu pousar,  ficou sobrevoando até a liberação da pista.

Ele, no entanto, caiu ao realizar uma manobra. Testemunhas informaram que o avião ficou destruído e que uma das rodas do trem de pouso quebrou e foi arremessada da aeronave.

 

Acidente deve ser investigado pelo 6º Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa VI).

(Com informações de SóNotícias)


Redacao14 de janeiro de 2020
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6min00

A Comissão Mista de Orçamento aprovou na noite desta terça-feira (17) a versão final do projeto de lei orçamentária para o ano que vem. A proposta prevê salário mínimo de R$ 1.031. Pela primeira vez em mais de 20 anos, o piso nacional não terá aumento real, ou seja, será corrigido somente pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPC).

Além do salário mínimo , as aposentadorias, pensões e auxílios-doença do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também deverão subir de R$ 998, neste ano, para R$ 1.031, em 2020, de acordo com o valor aprovado pelo Congresso. O reajuste, de 3,31%, é o mesmo enviado pelo governo em novembro.

Desde a implantação do Plano Real, em 1994, o salário sobe anualmente acima da inflação. A regra que vence no fim deste ano define que o piso nacional tenha um aumento que some a inflação do ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, exceto em caso de o PIB ficar zerado ou negativo. Nesses casos, já era prevista correção somente pela inflação anual.

O valor definitivo do salário mínimo, porém, ainda não está definido. O reajuste só será oficializado quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentar, em janeiro de 2020, a inflação acumulada de 2019, calculada pelo INPC . Após isso, ainda precisa ser assinado um decreto presidencial que oficializa o reajuste do valor.

O índice de preços, que mede a variação de custo para as famílias com renda de um a cinco salários mínimos, já acumula alta de 3,22% no país entre janeiro e novembro.

Além do reajuste do mínimo, o projeto orçamentário também estabelece como meta para o fim do ano que vem um déficit de R$ 124,1 bilhões.

Economia de R$ 6 bi com cortes no funcionalismo

Entre as novidades previstas no Orçamento 2020 , está a previsão de economizar R$ 6 bilhões com a chamada Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, que prevê cortar gastos por meio de medidas como o corte de salários e carga horária de servidores.

A medida ainda está em tramitação no Congresso e apenas começou a ser analisada no Senado. O relator, no entanto, decidiu incluir essa folga de forma condicionada: se a proposta não for aprovada, os R$ 6 bilhões não poderão ser gastos. Essa previsão de despesas foi distribuída por vários órgãos.

A inclusão da previsão de economia de R$ 6 bilhões com a PEC emergencial foi alvo de críticas por deputados da oposição e um dos temas que causou insatisfação durante as reuniões de bastidores que se estenderam ao longo da tarde após a apresentação do relatório. A discussão sobre o fundo eleitoral foi outro ponto de atrito, segundo fontes a par das negociações.

A projeção sobre a PEC emergencial chegou a ser contestada formalmente por parlamentares liderados pelo deputado Bohn Gass (PT-RS), mas a contestação foi rejeitada.

O texto aprovado na comissão também abriu espaço de R$ 1,5 bilhão para repor a renúncia fiscal do programa Verde e Amarelo , de incentivo ao primeiro emprego. A modalidade de contrato prevê redução de custos trabalhistas para empresas que oferecerem vagas para jovens de 18 a 29 anos que nunca tiveram carteira assinada.

O plano original do governo era repor essa perda de arrecadação com uma taxação dos beneficiários do seguro-desemprego , uma proposta que não é aceita pela maioria do Congresso.

O espaço foi obtido por meio da revisão de gastos com a Previdência. Segundo Domingos Neto, a conta enviada pela equipe econômica estimou despesas a mais com os benefícios previdenciários. O relator pediu ao Ministério da Economia para rever os cálculos. A pasta, por sua vez, chegou à conclusão que era possível reduzir em R$ 3,6 bilhões a previsão de gastos.

Fonte: Agência Brasil/Economia – iG


Redacao8 de janeiro de 2020
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6min00

O Irã disparou “mais de um dúzia de mísseis” na noite desta terça-feira contra bases americanas no Iraque, confirmou o departamento de Defesa dos Estados Unidos, após a prometida reação de Teerã à morte do general Qasem Soleimani.

Aproximadamente às 17H30 (19H30 Brasília) de 7 de janeiro, o Irã lançou mais de uma duzia de mísseis balísticos contra militares dos Estados Unidos e forças da coalizão no Iraque”, informou o assistente de Defesa para Assuntos Públicos, Jonathan Hoffman.

“Está claro que estes mísseis foram lançados do Irã e visavam ao menos duas bases militares iraquianas que abrigam pessoal militar americano e da coalizão, em Al-Assad e Erbil”.

Hoffman declarou que o Pentágono está trabalhando em uma “avaliação preliminar dos danos” e na “resposta” ao ataque.

Não há informações sobre baixas nas bases no momento.

“Nos últimos dias e diante das ameaças e ações do Irã, o departamento de Defesa adotou todas as medidas apropriadas para defender nosso pessoal e seus parceiros. As bases estavam em alerta máximo diante das indicações de que o regime iraniano planejava atacar nossas forças e interesses na região”.

Hoffman acrescentou que os Estados Unidos tomarão “todas as medidas necessárias para proteger e defender o pessoal americano, parceiros e aliados na região”.

Resposta

Segundo a TV estatal em Teerã, o ataque foi uma resposta à morte do general iraniano Qasem Soleimani, atingido por um míssil disparado por um drone americano na sexta-feira passada, em Bagdá.

“Os Guardiões da Revolução confirmaram o ataque a uma base no Iraque com dezenas de mísseis”, e ameaçaram com “respostas ainda mais devastadoras” em caso de resposta americana.

Entre os futuros alvos dos Guardiões estariam “Israel” e “governos aliados” dos Estados Unidos.

Em seu comunicado, os Guardiões aconselham “o povo americano a chamar de volta suas tropas na região para evitar novas perdas”, e a “não permitir que a vida dos soldados seja ameaçada pelo ódio” do governo em Washington.

Segundo fontes iraquianas, o ataque ocorreu em três ondas logo após a meia-noite local e ao menos nove mísseis atingiram a base de Ain al-Assad.

Aviões de combate não identificados sobrevoaram Bagdá na madrugada de quarta-feira, constataram os jornalistas da AFP na capital iraquiana.

Washington

A Casa Branca revelou que o presidente americano, Donald Trump, foi informado do ataque e acompanha a situação de perto.

“Estamos a par dos ataques a instalações dos Estados Unidos no Iraque. O presidente foi informado e está monitorando de perto a situação e consultando sua equipe de segurança nacional”, informou a porta-voz Stephanie Grisham.

A líder do Partido Democrata na Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, declarou que os Estados Unidos “devem garantir a segurança dos membros das nossas forças, deter as provocações desnecessárias da administração e exigir que o Irã para com sua violência”.

Segundo Pelosi, “os Estados Unidos e o mundo não podem se permitir a guerra”.

O congressista Eliot Engel, presidente do Comitê de Relações Exteriores, disse à CNN que os ataques “podem muito bem” significar que os Estados Unidos estão em guerra.

O ataque derrubou as Bolsas asiáticas na manhã de quarta-feira.

Por volta das 10H15 local, a Bolsa de Tóquio recuava 2,44%, Hong Kong perdia 1,35%, Xangai, 0,47%, e Shenzhen, 0,63%.

Já os preços do petróleo subiam com força no marcado asiático. O barril do WTI era cotado a 65,54 dólares, em alta de 2,84 dólares ou 4,53%.

 

Fonte: Jornal O Estado de Minas


Redacao5 de janeiro de 2020
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5min00

Pelas rodovias da cidade de Batlow, em Nova Gales do Sul, moradores flagram dezenas de corpos carbonizados ou enegrecidos de animais às margens das pistas. A região foi uma das mais atingidas pelo fogo durante a noite desse sábado (04/01/2020). Um vídeo devastador foi compartilhado nas redes sociais, mostrando cangurus, coalas e ovelhas mortos por conta dos incêndios descontrolados que avançam pela Austrália.

Algumas imagens que viralizaram foram enviadas pelo Batlow Hotel, que mostravam carcaças de ovelhas empilhadas. Segundo relatos de moradores, momentos antes, os animais tentavam derrubar as cercas para fugir.

Na Ilha Kangaroo, a terceira maior da Austrália, as autoridades estimam que ao menos metade da população de coalas que não sofrem doenças fatais e são essenciais para “assegurar” o futuro da espécie foram mortos depois que os incêndios devastaram o santuário desses animais. As informações foram confirmadas por serviços de resgate da região.

A região, formada quase totalmente por reservas naturais, abrigava uma população de cerca de 50 mil espécimes.

Embora os incêndios tenham diminuído neste domingo (05/01/2020), as condições permaneceram “voláteis” e dinâmicas em vários locais, segundo o comissário de bombeiros rurais de Nova Gales do Sul (NSW), Shane Fitzsimmons.

A premiê Gladys Berejiklian disse que, na manhã de hoje, as autoridades não registravam mais desaparecidos na NSW. “Isso é um grande alívio. Nossa missão ontem foi salvar a vida. Nossa missão durante a noite era salvar a vida humana”, explicou.

Com mais de quatro milhões de hectares de terra queimados em todo o país, há temores de que algumas das espécies nativas do país possam estar à beira da extinção. As autoridades sugeriram que os incêndios podem ter levado à morte mais de 500 milhões de animais.

Risco no resgate

As populações de coalas da Ilha Kangaroo são potencialmente as únicas na Austrália e por isso a própria população se mobiliza como pode para tentar salvar os bichos. No entanto, como estes animais geralmente são infectados com clamídia, as autoridades pedem aos habitantes que não levem animais feridos para o continente, pois podem contrair a doença.

“É compreensível e encorajador que as pessoas queiram resgatar esses animais, mas infelizmente isso significa que esses coalas não podem sair da ilha por causa do risco de contaminação da população local”, afirmou o coordenador de recuperação de incêndios florestais do Departamento de Meio Ambiente, Brenton Grear, ao Daily Mail.

Devastação

Imagens tiradas de satélites no espaço, nesse sábado (04/01/2020), mostram espessas nuvens de fumaça tóxica que se elevam pela atmosfera com o avanço dos incêndios catastróficos na Austrália.

Veja vídeo

Posted by The 'new' Batlow Hotel on Saturday, January 4, 2020


Redacao4 de janeiro de 2020
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7min00

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está divulgando que a cotação da arroba (15 quilos) do boi gordo diminuiu de valor no final de dezembro, queda média de 15%. Conforme levantamento periódico do Mapa, a arroba do boi gordo estava cotada a R$ 180 no último dia 30. No início do mês passado, chegou a R$ 216.

Conforme o ministério, o preço da carne vai reduzir para o consumidor final. O cenário “indica uma acomodação dos preços no atacado, com reflexos positivos a curto prazo no varejo”, descreve nota que acrescenta que a alcatra teve “4,5% de queda no preço nos últimos sete dias.”

Segundo projeções do Mapa, a arroba vai ficar entre R$ 180 e R$ 200 nos próximos meses, dependendo da praça. A queda do valor interrompe a alta de 28,5% que salgou o preço da carne nos últimos seis meses. A perspectiva, porém, é de que o alimento não volte ao patamar inferior. “Estamos fazendo a leitura de que isso veio para ficar, um outro patamar do preço da carne”, avalia o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

“Eu tenho certeza que o preço não volta ao que era”, concorda Alisson Wallace Araújo, dono de dois açougues e uma distribuidora de carne em Brasília. Segundo ele, no Distrito Federal, o quilo do quarto traseiro do boi estava custando para açougues e distribuidoras de carne R$ 13,50 há seis meses. Chegou a R$ 18,90 em novembro, e hoje está em R$ 17,70.

Estabilização dos preços

Há mais de uma razão para a provável estabilização dos preços em valores mais altos do que há um ano. O mercado internacional tende a comprar mais carne brasileira, os produtores estão tendo mais gastos ao adquirir bezerros e a eventual recuperação econômica favorece o consumo de carne no Brasil.

No último ano, beneficiado pela perda de rebanhos na China e pela alta do dólar, o Brasil ganhou mercado e vários frigoríficos foram habilitados para vender mais carne no exterior. Só em novembro, mais cinco frigoríficos foram autorizados pelos chineses a exportar carne. Em outros países também houve avanços. Mais oito frigoríficos foram aceitos pela Arábia Saudita no mesmo mês.

A carne brasileira é competitiva no mercado internacional porque é mais barata que a carne de outros países produtores, como a Austrália e os Estados Unidos, cujo o gasto de criação dos bois é mais oneroso por causa do regime de confinamento e alimentação. O gado brasileiro é criado solto em pasto.

O Brasil produz cerca de 9 milhões de toneladas de carne por ano, 70% é consumida internamente. Mas a venda para o exterior é atrativa para os produtores e pressiona valores. “A abertura de um mercado que comece a receber um produto brasileiro ajuda o criador na formação de preço”, descreve Farnese.

A alta recente dos preços do boi está viabilizando a renovação do gado quando o preço dos bezerros está valorizado. A compra dos bezerros é necessária para repor o gado abatido nos últimos anos, inclusive de vacas novilhas.

Além disso, em época de chuva, com pasto mais volumoso, os pecuaristas vendem menos bois e mantém os animais em engorda, o que também repercute na oferta e no preço do alimento. “Os criadores não se dispõem a vender porque têm alimento barato para o gado”, assinala o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

O comerciante Alisson Wallace Araújo acredita que com a recuperação da economia e diminuição do desemprego, haverá mais demanda por carne ao longo do ano. “É uma crescente”, diz Araújo. Ele, no entanto, não acredita em alta nos próximos meses. Em sua opinião, o consumo de carne diminui em janeiro por causa das férias e gastos sazonais das famílias (como impostos e material escolar) e depois do carnaval por causa da quaresma (período em que os católicos diminuem o consumo de carne).

Agência Brasil


Redacao4 de janeiro de 2020
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4min00

O ano de 2020 promete mais dias de descanso do que 2019. Dos 12 feriados nacionais, 11 caem em dias de semana e dez podem ser emendados com sábados e domingos. A lista não inclui os feriados estaduais e feriados municipais.

As exceções aos feriados colados ao fim de semana são 1º de janeiro (Confraternização Universal), caindo em uma quarta-feira; 21 de abril (Tiradentes), que será em uma terça-feira e o Corpus Christi (11 de junho), que sempre cai às quintas-feiras 60 dias após a Páscoa.

Páscoa e carnaval são feriados alongados em todos anos. A Paixão de Cristo (sexta-feira) será no dia 10 de abril. A segunda-feira e a terça-feira de carnaval cairão nos dias 24 e 25 de fevereiro, respectivamente.

Além desses dias, os brasileiros poderão emendar com o fim de semana o Dia do Trabalho (1º de maio) que cai numa sexta-feira, assim como o Natal (25 de dezembro).

Para quem não gosta das segundas-feiras, a boa notícia é que os feriados da Independência do Brasil (7 de setembro), de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro) e de finados (2 de novembro) cairão nesse dia da semana. Com tanto feriado, há quem preveja perdas econômicas. “O varejo nacional deve deixar de faturar R$ 11,8 bilhões em 2020 por causa de feriados nacionais e pontes ao longo do ano. O total é 53% maior do que a perda prevista para 2019, de R$ 7,6 bilhões”, calcula a Federação do Comércio de São Paulo.

Outros setores de atividade econômica festejam como é o caso do turismo. “No ano passado, os feriados prolongados resultaram em 13,9 milhões de viagens, que injetaram R$ 28,84 bilhões na economia brasileira”, soma o Ministério do Turismo (MTur).

Segundo a pasta. “o feriado de [1º de] maio movimentou [em 2019] R$ 9 bilhões na economia e resultou em 4,5 milhões de viagens. Já o 12 de outubro foi um dos mais movimentados do ano com a realização de 3,24 milhões de viagens domésticas e impacto econômico de R$ 6,7 bilhões nos destinos visitados”. O MTur ainda não fez projeção do impacto dos feriados de 2020 em venda de passagens, hospedagens e passeios.

O ano que começa é ano bissexto e, portanto, tem um dia a mais, mas esse não descontará as folgas proporcionadas pelos feriados nos dias de semana. O dia 29 de fevereiro cairá em um sábado.

CALENDÁRIO / FERIADOS 

Fonte Agência Brasil


Redacao3 de janeiro de 2020
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3min00

Com a crise instalada entre Estados Unidos e Irã, Mato Grosso tem mais a perder comercialmente se o Brasil se posicionar a favor do país comandado por Donald Trump, do que caso se mantenha ao lado do país administrado por Hassan Rouhani. A tendência é que caso o conflito alcance projeções mais drásticas, o Brasil se posicione a favor dos EUA, e isso pode significar perdas econômicas preponderantes para a balança comercial do Estado.

De janeiro a novembro de 2019, o Irã pagou US$ 738,9 milhões pelos produtos mato-grossenses. A maior parte do investimento se deu na compra de cereais e farinhas, totalizando US$ 358 milhões no período. O país, situa-se como o 3º maior mercado consumidor dos produtos mato-grossenses, ficando atrás de Vietnã e da imbatível, China, que gastou quase US$ 5 bilhões comprando commodities do Estado, conforme dados do Ministério da Economia e do Agrostat.

Já os EUA, que é um dos principais concorrentes do Brasil na produção de alimentos, desembolsou apenas US$ 30,8 milhões com produtos mato-grossenses. O valor ainda foi generoso se comparado com o pago pelas exportações em 2018, que foi de apenas de US$ 501 mil por produtos agrícolas.

No quesito importação, apesar dos Estados Unidos ser um importante parceiro comercial do Brasil e de Mato Grosso, o Estado tem cada vez mais diversificado sua relação comercial.

Em 2018, o maior volume de compras feitas por Mato Grosso no mercado internacional foi do Canadá, com US$ 285,9 milhões em negociações. Em 2019, com dados até novembro, os contratos somaram US$ 259,9 milhões.

Dos EUA, Mato Grosso importou US$ 245 milhões, enquanto que no ano anterior foram US$ 186 milhões. Já a Rússia foi o país com maior valor negociado com Mato Grosso em relação às importações, somando US$ 301 milhões.

Entenda o conflito

Os Estados Unidos já vem a algum tempo tentando minimizar o Irã nas relações internacionais com o Oriente Médio. As tensões ficaram mais evidentes nesta quinta (2), quando após ataque das forças armadas norte-americanas, foi assassinado o ministro Qasem Soleimani, do primeiro escalão do governo iraniano. A situação tem provocado tensão em todo o mundo, visto que o Irã promete responder aos EUA, e isso, transformar-se em uma guerra com proporções mundiais.

 

RD NEWS