Categoria: Destaques

Redacao18 de abril de 2021
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8min00

A aceleração de casos de covid-19 no Brasil é como um “foguete subindo a 10 mil quilômetros por hora até a estratosfera”, compara o cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt.

Depois do cenário catastrófico do início do ano, com explosão das transmissões pelo vírus e lotação de UTIs no país, alguns Estados já passaram a flexibilizar as restrições que tentam diminuir a circulação do coronavírus. As medidas, contudo, estão sendo abandonadas de forma “bastante precipitada”, avalia o cientista. A situação ainda é crítica, com alta ocupação hospitalar e alta de mortes diárias.

“O Brasil não está nem perto de ter queda de casos de covid-19”, diz Schrarstzhaupt, um dos coordenadores da Rede Análise Covid-19. Com o afrouxamento, o cientista observa que alguns Estados já perigam voltar a acelerar o número de casos. “Estamos flexibilizando cedo demais e revertendo a desaceleração.”

Com média de novos casos nos últimos sete dias em 65 mil diários e a de óbitos quase chegando a 3 mil mortes nos últimos dias, “flexibilizar agora vai criar uma explosão muito maior de casos”, opina ele. “O Brasil só deu uma respirada, encheu pulmão de ar e já vai voltar a mergulhar de novo. Não deixou cair o número de casos para valer.”

Mais de 371 mil pessoas já perderam a vida pela covid-19 no Brasil. Especialistas em todo o Brasil têm pedido um “lockdown nacional”, com medidas mais restritivas que as adotadas até agora e durante três semanas para sair da crise sanitária.

Em um lockdown, ou confinamento, as pessoas ficam dentro de casa para diminuir a circulação em ambientes com outras pessoas e, assim, quebrar cadeias de transmissão. A medida foi adotada em diversos países e se mostrou eficaz para conter o vírus e, como consequência, hospitalizações e mortes. Normalmente, essas medidas vêm associadas de auxílio financeiro do governo para quem não pode trabalhar de casa.

Mas mesmo as restrições mais brandas adotadas por Estados brasileiros estão sendo abandonadas agora, enquanto o país segue com um patamar bastante alto de casos. Essa situação pode resultar em dois cenários, prevê Schrarstzhaupt: – O número de casos vai estabilizar, mas em um nível muito alto, transformando a “recém conquistada desaceleração em um platô de muitos óbitos”.

– O número alto de pessoas doentes circulando será um “combustível” para novas infecções, gerando um novo aumento do número de casos, hospitalizações e mortes no Brasil A vacinação, por enquanto, está muito incipiente para ser vista como um “escudo”, diz ele. “Se eu fosse apostar, hoje estou enxergando um platô altíssimo. Os casos não vão cair, teremos uma ocupação enorme nos hospitais, aquela coisa ultraestressante para o sistema.”

Foguete

Em seu dia a dia, Schrarstzhaupt faz análise de riscos para empresas. Na pandemia, passou a analisar dados de mobilidade da população e do número de casos de covid-19, fazendo previsões acertadas. Tornou-se um dos coordenadores da Rede Análise Covid-19, formada por pesquisadores voluntários dedicados a divulgar informações científicas sobre a pandemia no Brasil.

O cientista analisa dados de mobilidade fornecidos pelo Google. São dados anônimos de quem usa serviços de localização do celular, e mostram o deslocamento das pessoas em cidades e Estados para locais de trabalho, mercado, farmácias, residências, transporte público. Em suma, revelam a dinâmica da sociedade: se a população está ficando mais em casa ou se está saindo para realizar atividades em outros lugares.

Outra métrica que ele usa é a da média móvel de casos positivos por dia. Comparando quantos casos foram notificados a cada dia, Schrarstzhaupt consegue enxergar a aceleração. Ele explica: “A aceleração é a velocidade do crescimento. Está crescendo a quanto? É isso que eu procuro saber”.

Ele então compara a mobilidade das pessoas com a aceleração – em tese, quanto maior o deslocamento das pessoas, maior é a possibilidade de contágio. Os dados não demonstram causa e efeito, mas correlação, embora desde o início da pandemia a correlação entre estes dados tenha sido bastante sólida, diz ele. O cruzamento desses dados o ajuda a prever a direção da pandemia no Brasil.

Para continuarmos na metáfora do início da reportagem, é como se a curva de casos de covid-19 no Brasil fosse um foguete, propõe o pesquisador. Quando o deslocamento das pessoas foi restringido nos últimos meses, o foguete desacelerou. Em outras palavras, continuou subindo, mas cada vez mais devagar.

“Estávamos explodindo sem freio. Fizemos restrições em vários Estados e conseguimos desacelerar. Não é queda, é a velocidade de subida que reduziu.” Foi um leve pé no freio, porque ainda estamos acelerando. O foguete “continua lá em cima na estratosfera”, diz Schrarstzhaupt, “com muitos casos, internações e óbitos”.

Para que mude de direção e comece a cair, é preciso fazer a mesma força para empurrá-lo para baixo. Essa força são as medidas de contenção do vírus, de restrição de mobilidade.

Fonte: Uol/ Foto: REUTERS/AMANDA PEROBELLI


Redacao18 de abril de 2021
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2min00

Fechando a 1° fase do Campeonato Mato-grossense, o Cuiabá venceu o Dom Bosco por 2 a 0 no estádio Dito Souza, em Várzea Grande. Camilo e Jonathan Cafú marcaram os gols da partida.

Com os resultados da última rodada, o Dourado vai enfrentar o Dom Bosco nas quartas de final. O Operário o Sorriso. Já o Nova Mutum pega o Luverdense e o União o Ação. A Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) deverá divulgar a tabela com datas, horários e locais em breve.

O Operário também venceu o Sorriso, de virada, por 2 a 1, no Cristo Rei.  Willian abriu o placar para o Lobo do Norte. Luan e Odair Jr viraram para o Tricolor.

O Ação venceu o União por 3 a 0, na Arena Pantanal. Pikachu, Pedro Paulo e Lukako fizeram os gols do Tuiuiú.  Foi a estreia do novo técnico do time rondonopolitano, Zé Humberto.

O Nova Mutum venceu o Sinop Futebol Clube, por 2 a 1, no estádio Gigante do Norte. Já rebaixado a segunda divisão, o Galo do Norte amargou sua nona derrota, sem conseguir somar um ponto na tabela. Já o Azulão segue mantendo sua invencibilidade.

Fonte:  Só Notícias/ Foto Reprodução Assessoria


Redacao18 de abril de 2021
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3min00

Um homem suspeito de estuprar e manter em cárcere privado uma mulher de 25 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Sorriso (442 km ao norte de Cuiabá) na manhã deste sábado. O suspeito, de 21 anos, é vizinho da vítima e a manteve refém por quase 12 horas enquanto praticava os abusos e agressões como socos e pontapés. O homem coagiu a jovem usando uma faca e só a soltou após ela o convencer que não denunciaria.

As diligências iniciaram somente após a vítima comparecer à Delegacia de Sorriso, visivelmente abalada e com vários hematomas pelo corpo para comunicar o crime. A comunicação ocorreu logo após ser libertada pelo agressor. Segundo as informações, o suspeito pulou o muro da sua casa por volta de meia noite e meia,  e em posse de uma faca a ameaçou, agrediu fisicamente e obrigou a vítima a manter relações sexuais no período em que permaneceu dentro da residência.

Além do abuso sexual, a vítima foi agredida com socos, tapas e mordidas, a todo tempo sendo ameaçada com a faca. O suspeito ainda filmou a vítima e disse que publicaria os vídeos nas redes sociais, caso fosse denunciado.

As diligências do caso foram coordenadas pelo delegado José Getúlio Daniel, culminando na prisão do suspeito em flagrante. O homem estava com a motocicleta da vítima no estacionamento de um supermercado da cidade.

Ele foi conduzido à Delegacia de sorriso e após ser interrogado foi autuado em flagrante pelo crime de estupro.

Fonte: RD News / Foto Reprodução Internet


Redacao18 de abril de 2021
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5min00

Indicados para compor a CPI da Pandemia discutem incluir no plano de trabalho da comissão frentes de investigação que incluem as omissões do governo federal na recomendação do distanciamento social, a produção e distribuição de hidroxicloroquina e cloroquina durante a pandemia, e a demora na compra de vacinas. 

Segundo o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que deve assumir a vice-presidência da CPI, é provável que se definam sub-relatorias diante do grande volume de trabalho.

Todos os ministros que comandaram a Saúde no governo Jair Bolsonaro e o atual chefe da pasta, Marcelo Queiroga, serão chamados a falar, segundo o senador Otto Alencar (PSD-BA). Também devem ser ouvidos os principais fabricantes de vacina, em especial a Pfizer, cuja negociação com o governo federal ficou travada por meses, diz Randolfe.

Os integrantes da CPI, cuja instalação deve ocorrer na próxima semana, ainda são cautelosos sobre quais serão os investigados da comissão. Mas há expectativa que Eduardo Pazuello figure entre os alvos. 

Ele está na mira do Tribunal de Contas da União, onde ministros apoiam a apuração de responsabilidades do general e defendem que ele receba multa por erros cometidos na gestão da pandemia. Um dos primeiros atos da CPI será justamente requerer documentos ao TCU e ao Ministério Público Federal.

Os senadores têm reforçado sua posição de isenção e que não chegam na CPI com conclusões tomadas. Mas a pressão sobre o governo federal será intensa.

Randolfe Rodrigues diz que é “explícita” a influência do presidente Jair Bolsonaro em decisões erradas tomadas pelo Ministério da Saúde no enfrentamento da pandemia.

Ele defende fazer uma cronologia dos posicionamentos do presidente e relacionar com o avanço da crise. “Qual a consequência do presidente dizer à população que é só uma gripezinha, que não vai comprar a ‘vachina do Doria’, que quem tomar vacina vai virar jacaré, a demora em fechar a compra da Pfizer?”, diz o senador.

Otto Alencar diz que a ideia é fazer uma CPI também propositiva, que pressione o governo a corrigir rumos. Ele faz um diagnóstico ácido da gestão do Ministério da Saúde até agora.

“O governo passou um ano com um ministro à frente da Saúde com procedimentos totalmente equivocados, que realmente não deram certo, tanto que houve expansão da doença, veio a segunda onda, com falta de oxigênio, falta de insumos do kit intubação, o drama no Amazonas”, diz o senador. 

Alencar, que é médico e foi secretário de saúde na Bahia, diz que o país ouviu “muito besteirol” de integrantes do governo federal durante a pandemia.

“Besteiras faladas por pessoas que não tem formação médica, a começar pelo presidente Jair Bolsonaro. Tudo o que ele falou foi errado: gripezinha, cloroquina, anita. Se nem a ciência entende direito ainda a doença, será ele a entender?”. 

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) tem feito críticas públicas à gestão do governo Jair Bolsonaro. Em entrevista publicada neste sábado pelo jornal Folha de S.Paulo, disse que “não há dúvida nenhuma que um dos principais culpados pela situação a que nós chegamos é o governo federal”.

Fonte: RD NEWS /Foto: Reprodução


Redacao18 de abril de 2021
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7min00

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) apresentou nesta sexta-feira (16) uma projeção de como pretende reconstruir o tradicional Mercado Municipal, localizado no centro da cidade e que há muito tempo sofre com o abandono.

Com a justificativa de levar Cuiabá rumo aos tempos modernos, ele defendeu a demolição do prédio como conhecemos hoje e a edificação de um novo, de quatro andares, que contemplará comércios, estacionamentos e espaço de convivência.

Não é a primeira vez que os cuiabanos, caso o projeto seja concluído, vão ver um espaço público passar por este tipo de transformação. Recentemente, houve a demolição do Estádio do Verdão e, em tempos anteriores, da Igreja Matriz e do Palácio Alencastro.

A expectativa de Pinheiro é abrir a concorrência pública para os interessados no empreendimento em junho deste ano, já que o Estudo Técnico, Jurídico, Econômico e Financeiro foi entregue oficialmente na cerimônia desta sexta-feira (16). Até lá, ele garante que cumprirá à risca todos os procedimentos legais, como a realização de audiências públicas para ouvir a sociedade.

Investimentos de grandes proporções

Além de investir no prédio, quem apresentar a proposta para a Parceria Público Privada também terá que aplicar recursos na área de entorno, como vias urbanas e região das praças Alencastro e Ipiranga.

Outro grande desafio do empreendedor será tornar a região inteligente, ou seja, organizar todos os espaços de estacionamento e dar aos usuários acesso a aplicativos que facilitem a mobilidade na região e também o trabalho da segurança.

A equipe do site de notícias O LIVRE perguntou à prefeitura de Cuiabá, por meio da assessoria de Imprensa, quanto seria o investimento estimado, mas ainda não obteve o retorno.

Vale lembrar que outros projetos de grandes proporções idealizados pelo gestor também não saíram do mundo das ideias, como era o caso da Torre do Morro da Luz. Lá, a proposta era de se construir uma edificação semelhante a Space Needle ( em português “Obelisco do Espaço), localizada em Seatle, nos Estados Unidos, ou CN Tower, em Toronto, Canadá.

Contudo, Emanuel assegura que se manterá firme na programação e espera assinar o contrato com a empresa em setembro deste ano. Após firmada a parceria, o vencedor terá entre 18 e 20 meses para concluir as obras.

A renovação da tradição

Durante vários momentos da apresentação do Estudo Técnico, Jurídico, Econômico e Financeiro, as palavras tradição e juventude foram citadas. Entretanto, ganhou forma o rejuvenescimento da área por conta do descarte do antigo em detrimento de questões comerciais e de sobrevivência.

O responsável pelo trabalho, Arthur de Oliveira, da Promulti Engenharia, citou que foram feitas pesquisas mostrando o desinteresse atual dos mais novos em circular pelo Centro Histórico.  Um trabalho de escuta que também mostrou que eles se interessariam, caso houvessem atrativos.

Por esse motivo, a criação de um espaço novo se justificou e ganhou ares contemporâneos com o uso de inteligência artificial, por meio de aplicativos de orientação, e a instalação de áreas de convivência com disponibilidade de Internet e tomadas, itens essenciais para a nova geração, marcada pela conectividade.

Oliveira também argumentou que é preciso ver o lado da empresa interessada. Como não haverá investimento público no projeto, o investidor precisa garantir o retorno com a área, que virá por meio dos alugueis, do estacionamento e da venda de mídia nos espaços físicos e aplicativos.

Veja o vídeo do projeto:

Fonte, foto e vídeo: O LIVRE


Redacao18 de abril de 2021
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8min00

Se na primeira onda de Covid-19 os idosos eram considerados o grupo de risco, após um ano de pandemia, o perfil mudou. Um levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) mostrou que, em março, 52% das internações nas unidades de terapia intensiva foram de pessoas com até 40 anos.

Segundo três especialistas ouvidas pelo G1, no atual cenário da pandemia no Brasil, é correto falar que não temos mais grupos de risco para a doença, mas sim comportamento de risco.

“Em termos de adoecimento não existe mais grupo de risco. Hoje vemos um maior número de pessoas abaixo de 60, de 50 anos, sendo internadas. Isso ocorre muito por causa da exposição maior, quer seja para trabalho, quer seja nas reuniões e encontros”, explica Raquel Stucchi, infectologista da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Ethel Maciel, epidemiologista e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), reforça que todos estão em risco.

“Precisamos comunicar essa mudança no perfil dos pacientes com Covid-19. Com as novas variantes, os jovens estão adoecendo mais, estão internando mais, com a forma mais grave da doença, mesmo sem comorbidades” – Ethel Maciel, epidemiologista

A infectologista do Hospital Emílio Ribas, Rosana Ritchmann, conta que, atualmente, atender pacientes com mais de 75 anos (grupo que já foi vacinado contra a Covid-19 no Brasil) é mais raro.

“Houve uma mudança muito grande na faixa etária. Hoje é exceção à regra eu atender pacientes acima de 75 anos. Os casos ainda existem, mas a imensa maioria dos pacientes dessa faixa acaba pegando a doença entre as doses de vacina”.

As especialistas explicam que as novas variantes promoveram uma mudança no perfil dos acometidos pela Covid-19. “Quando começaram a falar da variante na Inglaterra, eles notaram uma diferença no perfil. Pessoas mais jovens, inclusive crianças, adoecendo. Não tínhamos visto isso num primeiro momento”, diz Maciel.

Mas outros fatores podem ter colaborado para essa mudança, como o comportamento dos jovens na pandemia. “A variante pode ter sido um fator, mas quem está em contato com outras pessoas? Quem está no transporte público? Quem está trabalhando? Quem está indo para festas clandestinas? O jovem!”, alerta Richtmann.

A vacinação também pode ter ajudado para a alteração na faixa etária. Dados da Amib mostram que apenas 7% dos pacientes com Covid nas UTIs brasileiras em março tinham mais de 80 anos – uma queda de 42% na comparação com o acumulado dos três meses anteriores.

“Houve uma redução significativa na mortalidade nos idosos, principalmente nos que já completaram o esquema de vacinação. Ainda não zerou, porque alguns se contaminaram antes da proteção total, outros não tomaram a segunda dose ou não se vacinaram, mas mesmo assim houve uma diminuição muito expressiva da mortalidade neste grupo”, explica Stucchi.

Essa redução na mortalidade dos mais velhos reflete nos mais jovens. “Já estamos vendo uma diminuição de internação e óbitos no grupo que está sendo vacinado, o que aumenta a proporção de pessoas mais jovens internadas”, completa Maciel.

Vacinação e perfil dos prioritários

Mas se agora os jovens são os mais afetados, por que não iniciar a vacinação desse grupo? Maciel explica que o Brasil precisa finalizar a vacinação dos mais velhos, que foram os que mais morreram em todo o mundo desde o começo da pandemia.

“Precisamos finalizar a vacinação dos idosos e aí começaremos a vacinar o grupo mais jovem. Já vacinamos profissionais da saúde, de todas as idades. Também vamos começar a vacinar pessoas com comorbidades, a partir dos 18 anos, profissionais da educação, força de segurança, trabalhadores essenciais. A população mais jovem entrará nesses novos grupos”.

Stucchi lembra que os dados de mortalidade ainda têm um predomínio de pessoas acima de 60 anos (que ainda não foram vacinados no Brasil), mesmo com a redução.

“O objetivo da vacinação é diminuir a mortalidade, então você precisa vacinar primeiro quem morre mais. Quando pegamos os dados de mortalidade, pessoas com mais de 60 anos ainda estão no topo, assim como pessoas com comorbidades”.

“A letalidade dos idosos, se eles não tivessem vacinando, seria muito maior”, completa Richtmann. A infectologista explica que o mundo inteiro trabalhou com esses grupos prioritários.

“Nós temos que vacinar os idosos, pessoas com comorbidades, profissionais da educação, segurança, os motoristas de transporte público. Mesmo a gente vendo um número maior de jovens com a Covid-19 grave, isso não significa que eles têm um risco maior de morrer do que um doente renal crônico, por exemplo”.

Fonte: G 1 /Foto: JOHNNY MORAIS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO


Redacao18 de abril de 2021
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4min00

A Secretaria Municipal de Saúde vai lançar nesta segunda-feira (19) a 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. O lançamento será realizado na UBS Parque Ohara, às 9h. Neste ano a Prefeitura de Cuiabá decidiu atrasar em uma semana o começo da campanha em decorrência da abertura dos novos polos de vacinação contra o coronavírus.

Neste primeiro momento a campanha de vacinação da Influenza contemplará os seguintes grupos: Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes e puérperas. A previsão é que a campanha aconteça até o dia 9 de julho.

“Nesta segunda faremos o lançamento na UBS do parque Ohara, mas a campanha começará em todos os postos de saúde a partir desta terça-feira (20), com exceção de alguns locais onde não há condições de fazer a separação entre os pacientes de COVID e os que vão ser vacinados”, revela Valéria de Oliveira, coordenadora da Vigilância Epidemiológica.

Pelo fato das campanhas de vacinação contra a Influenza e contra o coronavírus estarem sendo realizadas ao mesmo tempo, a vacinação contra o coronavírus deve ter prioridade. “O Informe Técnico da Influenza alerta para a importância da priorização da vacina COVID19, para pessoas contempladas no grupo prioritário para a Influenza e que ainda não foram vacinadas contra a COVID-19. Nestas situações, deve-se agendar a vacina Influenza, respeitando o intervalo mínimo de 14 dias entre as vacinas”, explica a coordenadora.

A partir de terça-feira (20) todos os postos de saúde realizarão a vacinação contra a Influenza a partir das 7h, com exceção das seguintes unidades: PSF Osmar Cabral / Liberdade, PSF Nova Esperança, PSF Pedra 90 lll e lV e PSF São Gonçalo, na região Sul; PSF Novo Horizonte e CS Ana Poupina, na região Leste; PSF Santa Amália /Jd. Araçá, PSF Santa Isabel I e II e PSF Santa Isabel III, na região Oeste.

Em todo Brasil foram disponibilizadas 75 milhões de doses e o objetivo é atingir 90% de cada um dos grupos prioritários.  A vacina previne contra três tipos de Influenza: Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B.

Fonte: Folhamax / Foto: Reprodução


Redacao18 de abril de 2021
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5min00

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste domingo (18.04), 342.896 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 9.084 mortes em decorrência do coronavírus no Estado. As notificações registradas nas últimas 24 horas somam 653 novos casos e outros 53 óbitos.  

Foram notificadas 653 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Das pessoas 342.896 infectadas pela doença desde o começo da pandemia em março do ano passado, 11.183 estão em isolamento domiciliar e outras 320.566 estão recuperadas.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 516 internações em UTIs públicas e 456 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 97,73% para UTIs adulto e em 57% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (72.910), Rondonópolis (25.530), Várzea Grande (22.540), Sinop (17.967), Sorriso (12.308), Tangará da Serra (11.451), Lucas do Rio Verde (11.004), Primavera do Leste (9.771), Cáceres (7.351) e Alta Floresta (6.500).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 303.006 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.273  amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

No sábado (17), o Governo Federal confirmou o total de 13.900.091 casos da Covid-19 no Brasil e 371.678 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 13.832.455 casos da Covid-19 no Brasil e 368.749 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados deste domingo (18).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: Folhamax /Foto Reprodução


Redacao17 de abril de 2021
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7min00

Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) editou neste sábado (17) o Decreto nº 8.392, que altera as medidas de restrição aos segmentos comerciais com o intuito de conter a pandemia da covid-19.

Além de ampliar o horário de funcionamento do comércio local – dentro de um escalonamento no período das 5h às 22h -, o documento muda o horário do toque de recolher, que passa a vigorar das 23h às 5h.

As novas medidas valem até o dia 2 de maio.

Somado a isso, já a partir deste sábado, está permitida a realização dos eventos sejam eles sociais, corporativos, técnicos ou científicos. Também podem ser feitos leilões e os cinemas, museus e teatros poderão reabrir as portas.

Para isso, no entanto, é necessário respeitar o limite de 30% da capacidade máxima do local e seguir os horários permitidos: de segunda a sábado (inclusive aos feriados), das 9h às 20h, e aos domingos das 7h às 12h.

Também é preciso assegurar o uso de máscara e a disponibilização de álcool 70%.

Outro ponto do decreto é a permissão para atividades religiosas de forma presencial. Elas estão autorizadas de segunda a domingo, das 5h às 22h, observando os protocolos de distanciamento social e o limite de 30% da capacidade do local.

O decreto também retoma o atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos.

Veja demais mudanças

1. Comércio em geral

O comércio em geral, varejista e atacadista, exercerá suas atividades observando o horário de funcionamento de segunda à sábado, das 8h às 18h.

2. Supermercados, padarias, açougues e congêneres

Terão que observar o horário de funcionamento, de segunda a sábado (inclusive feriados), das 6h às 22h.

Aos domingos, podem abrir das 6h às 12h.

3. Serviços

As atividades de prestação de serviços em geral podem ser feitas de segunda à sábado, das 8h30 às 21h.

4. Lojas de conveniência

Localizadas em postos de combustível, esses estabelecimentos poderão funcionar de segunda-feira à sábado (inclusive feriados), das 5h às 22h. Aos domingos, o horário permitido é das 5h às 12h.

Em ambos os casos, é permitido o consumo no local, desde que sentados, observadas as demais medidas previstas no artigo 10 do novo decreto.

5. Academias

Academias de ginástica ou de qualquer outra modalidade de esporte poderão funcionar de segunda à sábado, das 5h às 22h.

6. Shoppings

Os shoppings centers podem voltar a atender o público de segunda à sábado, das 10h às 22h. Aos domingos, o horário de funcionamento será das 7h às 12h.

7. Bares, restaurantes e lanchonetes

Esse tipo de estabelecimento, inclusive os localizados dentro de shopping centers, poderão  funcionar de segunda à sábado (inclusive feriados) das 9h às 22h e, aos domingos, das 9h às 15h.

Assim como no caso das conveniências, está autorizado consumo de bebida alcoólica, desde que os clientes permaneçam sentados e a distribuição das mesas e cadeiras obedeça as normas de distanciamento social.

A modalidade take-away e drive-thru poderá ocorrer de segunda a domingo (inclusive feriados) até as 22h45.

8. Feiras livres

A atividade de comércio de alimentos em vias públicos poderá ocorrer de segunda à sábado, das 8h às 22h e, aos domingos, das 8h às 15h.

9. Delivery

O funcionamento de serviços de delivery ficará autorizado somente até as 23h59, de segunda a domingo. A exceção é para farmácias e congêneres, que poderão funcionar sem restrição de dias e horários.

Fonte: O Livre Com Assessoria / Foto Reprodução


Redacao17 de abril de 2021
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6min00

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta-feira (15/4) que se “o povo” tiver consciência do que está acontecendo no Brasil, uma “guerra” será vencida. Bolsonaro não entrou em detalhes sobre o quê ou contra quem seria essa guerra.

Durante transmissão ao vivo nas redes sociais, o presidente disse que “sabe o que tem de fazer” e que “sabe onde está o câncer do Brasil”. Bolsonaro criticava medidas restritivas decretadas por governadores e prefeitos do país como forma de frear o avanço da Covid-19A doença já matou mais de 365 mil brasileiros.

“Eu sei o que tem que fazer. Dentro das quatro linhas da Constituição. Se o povo cada vez mais se inteirar, se informar, cutucar seu vizinho e começar a mostrar para ele qual o futuro do nosso Brasil, a gente ganha essa guerra. Eu sei onde está o câncer do Brasil. Nós temos como ganhar essa guerra. Se esse câncer aí for curado, o corpo volta a sua normalidade. Estamos entendidos? Se alguém acha que eu tenho que ser mais explícito, lamento”, disse Bolsonaro.

O presidente voltou a falar que a “briga” de alguns governadores não é contra o vírus, mas contra ele.

“E eu quero saber o que que vai esperar, o que esse futuro governante pode esperar do Brasil, caso ele ganhe as eleições no futuro com esse tipo de política de terra arrasada que estão fazendo no Brasil. Lamento muito pelo futuro do nosso Brasil”, declarou.

“Mesquinhez de governadores”

Mais cedo, nesta quinta, após participar da cerimônia de troca do Comando Militar do Sudeste, em São Paulo, Bolsonaro afirmou que mais grave que a pandemia do coronavírus“foi a mesquinhez de alguns governadores”, referindo-se às medidas restritivas adotadas em vários estados e municípios brasileiros.

“A gente pede a Deus que isso volte à normalidade o mais breve possível, porque só assim o Brasil pode realmente caminhar com suas pernas e voltar àquele Brasil tão sonhado por nós há pouco tempo – que teve esse problema da pandemia, mas, mais grave que a pandemia, foi a mesquinhez de alguns governadores pelo Brasil”, pontuou o presidente.

Bolsonaro também voltou a criticar o que chama de “política do fecha tudo”. Ele afirmou que a cidade de Aparecida “sofreu um grande golpe”, e defendeu que a população não pode ficar “sem emprego e sem economia”.

O presidente também voltou a criticar o que chama de “política do fecha tudo”. Ele afirmou que a cidade de Aparecida “sofreu um grande golpe”, e defendeu que a população não pode ficar “sem emprego e sem economia”.

O mandatário ainda disse que, no que depender do governo federal, o Brasil voltará à normalidade “o mais brevemente”.

“Aos medíocres falta essa visão. São Paulo está sofrendo muito com isso. Falta coragem e determinação. Faltam alguns políticos aqui pensarem no todo, e não no particular”, enfatizou.

Fonte: Metrópoles / Foto: Reprodução