Categoria: Eleições2020

Marcelo14 de outubro de 2020
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5min00

A Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) iniciou na noite desta terça (13) uma rodada de reuniões on-line com os candidatos a prefeito de Cuiabá. A candidata do PROS, Gisela Simona, abriu a agenda de encontros e apresentou algumas propostas de sua campanha. O vice, maestro Fabrício Carvalho (PDT), também esteve presente. Nesta sexta (16), às 19h30, será a vez do candidato Roberto França.

As propostas apresentadas foram divididas nos seguintes temas: saúde, educação e cultura, gestão (inclusive o social), infraestrutura e desenvolvimento econômico, conforme regulamento da ACC enviado antecipadamente aos candidatos. A reunião contou com a participação da presidência e diretores da Associação Comercial, além de internautas que puderam interagir pelo Facebook/ACCuiabá com perguntas e mensagens por um número de whatsapp. A mediação ficou a cargo da jornalista Luciane Mildenberger, assessora de imprensa da ACC.
Para o presidente da Associação Comercial de Cuiabá, Jonas Alves, a primeira reunião on-line cumpriu o objetivo da entidade, de tornar transparentes as propostas dos candidatos, conhecer as intenções para o setor empresarial e também para a sociedade. “É com muita satisfação que realizamos o evento por videoconferência. Ouvimos as propostas e conduzimos esse diálogo com questões que afetam o setor comercial e a população de Cuiabá como um todo. Vamos sempre estar de portas abertas para contribuir com a nossa cidade”, declarou.

Gisela é a única mulher concorrendo à cadeira da Prefeitura da Capital. Funcionária pública estadual foi candidata a deputada federal em 2018. Com o slogan “Mãos limpas e unidas por Cuiabá”, a coligação partidária é formada pelos partidos PROS, Avante, PDT e Rede Sustentabilidade.

Após uma breve apresentação com o resumo de sua carreira, ela explanou sobre algumas de suas propostas, caso seja eleita prefeita de Cuiabá. Na saúde, primeiro tema, ela pretende investir na atenção primária, ou seja, prevenção. “Com investimentos na área primária da saúde, acreditamos que as filas por atendimentos e cirurgias diminuam”. Ela também pretende criar o Hospital da Mulher, no antigo Pronto-Socorro de Cuiabá.

Já na área econômica, a candidata demonstrou interesse no fomento à economia local, grande geradora de emprego e renda. “Nesse momento pós-pandemia vamos precisar tomar de imediato algumas ações para o comércio que perdeu muito com o fechamento. Precisamos que o Poder Público seja um fomentador, temos que iniciar parcerias com empresas públicas e privadas para gerar qualificação, capacitação e treinamento aos profissionais”, ressaltou. Turismo e agricultura familiar também foram lembrados no plano de governo da candidata para alavancar a economia local.

Indagada pelos diretores da ACC sobre o Centro Histórico de Cuiabá, região que há tempos necessita de mais investimentos em infraestrutura e na área social, a candidata foi enfática: “Vamos implantar o IPTU Progressivo, com finalidade social em imóveis que estão vazios e abandonados. Queremos que esses espaços tenham finalidade social, que voltem a receber atividades culturais e que as pessoas possam visitar a região central em qualquer horário”, acrescentou, citando ainda a criação de um “Centro Pop” para abrigar a população de rua.

O maestro Fabrício Carvalho (PDT), vice de Gisela, lembrou da necessidade em realizar o rebaixamento da fiação elétrica exposta na região central, solicitação antiga da Associação Comercial de Cuiabá.

O vice-presidente da entidade, Edson Luiz Ribeiro da Silva, destacou a necessidade e a importância das parcerias público privadas, as PPP’s, para ajudar no desenvolvimento da capital. “A Associação Comercial será parceira da Prefeitura para fomentar essas parcerias”, concluiu.

Também participaram da reunião os diretores Manuel Gomes, Mariza Bazo, Valdemir Canevari, Osvaldo Martinello e o vereador Orivaldo da Farmácia, além da gerente da ACC, Samanta Fernandes, da executiva da Facmat, Rita Matos, e dos assessores Jurídico e de Marketing, Rafael Furman e Mariana Pirani, respectivamente.


Redacao14 de outubro de 2020
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1min00

A atual vice e candidata à prefeita de Santo Antonio de Leverger, Francieli Magalhães (PTB), está escondendo na campanha um de seus principais apoiadores, o prefeito Valdir Castro Filho, o Valdirzinho (foto), do PSD. A estratégia de se distanciar do prefeito é algo bem tramado. Busca-se evitar respingo negativo do efeito-Valdirzinho na candidatura de Francieli, que tem de vice da chapa a pedetista Giseli Ribeiro. É que o prefeito enfrenta alto índice de rejeição popular e sua gestão é marcada por escândalos e até entrou na mira do Gaeco por causa de denúncias de fraudes em licitações. Além da petebista Francieli, concorrem à prefeitura Franklin Luis Carvalho (PSDB), que disputou em 2016 e perdeu, e o vereador Dudu Moreira (PP).


Redacao8 de julho de 2020
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1min00

Por conta da PEC que adiou o primeiro turno das eleições deste ano de 4 de outubro para 15 de novembro, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, prorrogou em 42 dias todos os prazos eleitorais previstos para o mês de julho. O prazo é proporcional ao adiamento das eleições.

Segundo o ministro, um novo calendário deve ser publicado em breve de modo a definir melhor os prazos. A medida deve ser publicada somente em agosto, após o recesso.

“Todos os prazos ainda por vencer precisam ser projetados no tempo proporcionalmente à nova data da votação. Será também preciso avaliar ajustes pontuais em outras resoluções, como as que tratam de registro de candidatura, atos gerais do processo eleitoral e propaganda eleitoral”, disse o ministro.

Fonte Isso é notícia


Redacao6 de julho de 2020
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3min00

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) vai consultar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a possibilidade da eleição suplementar para o cargo de senador ser realizada na mesma data do pleito municipal, dia 15 de novembro.

Na semana passada, o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional nº 107 que adiou as eleições municipais de 4 (1° turno) e 25 (2° turno) de outubro para os dias 15 (1° turno) e 29 (2° turno) de novembro em razão da pandemia provocada pelo novo coronavírus (Covid-19).

O presidente do TRE, desembargador Gilberto Giraldelli, disse que caso a proposta seja acatada vai garantir economia “o que é extremamente aconselhável notadamente numa época em que vivemos de escassez de recursos financeiros”.

A eleição suplementar foi agendada após o Tribunal Superior Eleitoral manter a decisão que cassou o mandato de Selma Arruda (Podemos) por caixa dois e abuso de poder econômico. Carlos Fávaro (PSD), que ficou em terceiro lugar na eleição de 2018, conseguiu na Justiça assumir interinamente a vaga até a posse do eleito.

Inicialmente, o pleito foi marcado para o dia 26 de abril, mas a então presidente do TSE, ministra Rosa Weber, decidiu suspender a eleição devido à pandemia. 

Na época, 12 partidos registraram candidaturas, no entanto, nenhuma foi deferida. Foram lançados: o ex-governador Júlio Campos (DEM); o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT); ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD); ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB); secretária-adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor Gisela Simona (Pros); deputado federal José Medeiros (Podemos); deputado estadual Elizeu Nascimento (DC); Coronel Fernanda (Patriota); deputado estadual Valdir Barranco (PT); engenheiro Feliciano Azuaga (NOVO); Reinaldo Moraes (PSC); e procurador Mauro (Psol).

“Quanto às candidaturas já homologadas para disputa da eleição suplementar, caso o Tribunal Superior Eleitoral não defina se terá ou não validade, a matéria será discutida no âmbito da própria Corte Eleitoral do Estado, ou seja, o Tribunal Regional Eleitoral deverá fazer a deliberação soberana sobre esse tema”, destacou.

Fonte Repórter MT

Foto Reprodução


Redacao3 de julho de 2020
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3min00

A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) alerta os servidores públicos estaduais que forem se candidatar a cargo eletivo em 2020, sobre os prazos para a desincompatibilização do cargo por meio da Licença para a Atividade Política. Os servidores efetivos (estatutários ou não), comissionados e contratados têm até o dia 15 de agosto para se afastar. O pedido deve ser feito por formulário específico disponível no site da Seplag. 

A desincompatibilização representa o afastamento obrigatório de cargo público e é requisito legal para que os agentes da administração direta e indireta possam se tornar elegíveis. A medida busca assegurar a igualdade dos candidatos na disputa. 

Em razão da pandemia da covid-19 foi estabelecido o adiamento das eleições municipais e os respectivos prazos eleitorais, passando a data de realização do 1º turno para o dia 15 de novembro de 2020 e onde houver 2º turno será no dia 29 de novembro de 2020. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (03), por meio da Emenda Constitucional n° 107/2020.

Algumas das regras para os agentes públicos estaduais que se afastam a fim de disputar mandatos eletivos estão estabelecidas no Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado de Mato Grosso (Lei Complementar n. 04/1990), na lei federal que regula a desincompatibilização (Lei Complementar n. 64/1990) e na Lei Eleitoral (Lei n. 9.504/1997).

Documentos

Após instrução do processo pelo servidor, o órgão de lotação também providenciará documentação e assinaturas necessárias e encaminhará para publicação da Seplag.

Como o pedido de licença é feito antes do registro da candidatura, é necessário entregar no processo de solicitação o Termo de Compromisso em que declara que se compromete a juntar posteriormente a ata da convenção partidária, em que conste a escolha do partido a lançá-lo como candidato e o registro da candidatura.

Fonte: Repórter MT/Foto: Reprodução


Redacao1 de julho de 2020
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8min00

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/20, que adia as eleições municipais deste ano devido à pandemia causada pelo novo coronavírus. O placar de votação da PEC no segundo turno foi de 407 votos a 70. Pouco antes, no primeiro turno, foram 402 votos favoráveis e 90 contrários.

Segundo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o texto será promulgado nesta quinta-feira (2), às 10 horas, pelo Congresso Nacional.

Oriunda do Senado, a PEC determina que os dois turnos eleitorais, inicialmente previstos para os dias 4 e 25 de outubro, serão realizados nos dias 15 e 29 de novembro. Por meio de uma emenda de redação, deputados definiram que caberá ao Congresso decidir sobre o adiamento das eleições por um período ainda maior nas cidades com muitos casos da doença.

“A alteração do calendário eleitoral é medida necessária no atual contexto da emergência de saúde pública”, defendeu o relator, deputado Jhonatan de Jesus (Republicanos-RR). “Os novos prazos e datas são adequados e prestigiam os princípios democrático e republicano, ao garantir a manutenção das eleições sem alteração nos mandatos”, continuou.

Calendário eleitoral
Além de adiar as eleições, a PEC, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), estabelece novas datas para outras etapas do processo eleitoral de 2020, como registro de candidaturas e início da propaganda eleitoral gratuita (veja quadro). Apenas a data da posse dos eleitos permanece a mesma, em 1º de janeiro de 2021.

Debate amplo
Jhonatan de Jesus destacou que as mudanças resultaram de debates entre Câmara, Senado e Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a participação de representantes de entidades, institutos de pesquisa, especialistas em direito eleitoral, infectologistas, epidemiologistas e outros profissionais da saúde.

No Plenário, os deputados Hildo Rocha (MDB-MA) e Bia Kicis (PSL-DF) criticaram a proposta. Para Rocha, o adiamento favorecerá os atuais prefeitos e vereadores. “Os governantes poderão fazer mais propaganda, ferindo a isonomia”, afirmou. Kicis alertou para possível aumento dos gastos públicos.

Prazo maior
O TSE ainda analisa as ações necessárias para garantir a realização das eleições com as garantias à saúde. Se houver necessidade de adiamento maior em determinada cidade, a PEC prevê que, após pedido do TSE instruído por autoridade sanitária, o Congresso deverá aprovar decreto legislativo para remarcar o pleito, tendo como limite o dia 27 de dezembro.

Na versão do Senado, essa regra referia-se a caso de um estado inteiro sem condições sanitárias para realizar os turnos em novembro. Para município em particular, a decisão caberia ao TSE. A partir de destaque apresentado pelo bloco do PP, deputados optaram por unificar as normas, mantendo a decisão no âmbito do Congresso.

Outro destaque do bloco do PP, também aprovado pelo Plenário, retirou da PEC determinação para que o TSE promovesse eventual adequação das resoluções que disciplinam o processo eleitoral de 2020. Pela legislação infraconstitucional em vigor, as normas já estão aprovadas desde março e não podem ser alteradas.

Outros pontos
A PEC 18/20 contém outros pontos importantes. Os principais são:

  • os prazos de desincompatibilização vencidos não serão reabertos;
  • outros prazos eleitorais que não tenham transcorrido na data da promulgação da PEC deverão ser ajustados pelo TSE considerando-se a nova data das eleições;
  • os atos de propaganda eleitoral não poderão ser limitados pela legislação municipal ou pela Justiça Eleitoral, salvo se a decisão estiver fundamentada em prévio parecer técnico emitido por autoridade sanitária estadual ou nacional;
  • a prefeitura e outros órgãos públicos municipais poderão realizar, no segundo semestre deste ano, propagandas institucionais relacionadas ao enfrentamento da pandemia de Covid-19, resguardada a possibilidade de apuração de eventual conduta abusiva, nos termos da legislação eleitoral.

Para efetivar todas as mudanças, a PEC torna sem efeito, somente neste ano, o artigo 16 da Constituição, que proíbe alterações no processo eleitoral no mesmo ano da eleição.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Fonte: Agência Câmara de Notícias


Redacao1 de julho de 2020
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6min00

Na eleição de 2020, não haverá mais coligação e os partidos terão que contar com chapas fortes para a conquista de cadeiras nas Câmaras de Vereadores no Estado.


Pensando nisso, a estratégia política do Partido Republicano da Ordem Social (PROS), resultou na posse de Waldir Monteiro (Pros), que assumiu a cadeira do vereador Denis Pinheiro (Pros), na Camara Municipal de Santo Antônio de Leverger. A posse do parlamentar aconteceu na manhã desta quarta-feira (01).


De acordo com o vereador Adelmar Galio, presidente do PROS em Leverger, o rodízio foi organizado pelo partido, visando a união e o fortalecimento da sigla no município. “Como presidente do PROS de Leverger, afirmo que só temos a ganhar com a vinda do vereador Waldir, é mais um parlamentar que vem para fortalecer o grupo. Somos três vereadores detentores de mandatos a favor do PROS e da população de Leverger. Waldir é enfermeiro de formação e de carreira, tenho certeza que ele vai nos auxiliar nos trabalhos na Câmara municipal, com os temas voltados para a saúde pública do municipio. Principalmente neste momento de pandemia do novo coronavírus, através de requerimentos, indicações, PL’s, etc, é de extrema importancia o opoio do vereador neste momento”, ressaltou Adelmar.


Na oportunidade, Adelmar parabenizou o vereador Denis, pelo ótimo trabalho realizado no município e enalteceu o trabalho do deputado João Batista, que preside o partido em Mato Grosso.


“Gostaria de parabenizar o trabalho do vereador Denis aqui em Leverger. Parabenizo o Denis por inúmeras ações, mas em especial, pela sua lealdade ao grupo desde sua posse como vereador em 2016. Deixo registrado também, meus agradecimentos ao deputado João Batista, presidente do PROS em Mato Grosso, que sempre acreditou no trabalho do PROS em Leverger, o deputado é um dos nossos principais apoiadores. Finalizo desejando ao vereador Waldir Monteiro, toda sorte e sucesso nessa caminhada, estarei na Câmara Municipal para lhe auxiliar no que for preciso”,afirmou Adelmar.



O deputado João Batista que preside o PROS no Estado, destacou que em Leverger há bons nomes, que podem contribuir muito, para o desenvolvimento do município. “É justamente com estes bons nomes, que iremos trabalhar para disputarmos as eleições deste ano. Parabenizo o trabalho do vereador Adelmar a frente da sigla em Santo Antônio e tenho certeza que colheremos bons frutos desse trabalho”, frisou João Batista.


Waldir Monteiro, agradeceu o vereador Denis pelo espaço concedido, e afirmou que seu trabalho tem o objetivo de beneficiar a população de Leverger. “Viemos para somar, não medirei esforços no trabalho em prol da população de Santo Antônio. Nosso objetivo é justamente trabalhar o fortalecimento e a união do nosso grupo, além de promover políticas públicas que tragam resultados positivos para o nosso povo que está cansado dessa velha política”, ponderou Waldir.


Para Marcelo Queiroz (Pros), pré-candidato a prefeito em Leverger, chegou a hora de renovar o cenário político no munícipio. “Acredito que a população já começou a diferenciar quem só pretende usurpar dos cofres públicos, daqueles com serviços prestados no nosso município. Precisamos de pessoas comprometidas, que são da terra e que tem um real comprometimento com o povo. Por isso, coloquei meu nome à disposição do partido”, concluiu Queiroz.


Redacao17 de junho de 2020
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3min00

Ainda não há anúncio oficial, mas uma reunião no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o presidente Luis Roberto Barroso, e o vice, Edson Fachin, e a maioria dos líderes partidários, além dos presidentes das Casas do Congresso, Rodrigo Maia (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado), ficou decidido que o pleito municipal de 2020 não será disputado em outubro, como previsto, mas em novembro, com o primeiro turno no dia 15 e o segundo, onde houver, no dia 29.

O anúncio está sendo feito por políticos como o senador Lasier Martins (Podemos-RS). Veja:

Twitter

No debate, a necessidade de adiamento do pleito por causa do coronavírus foi consenso entre os participantes, mas as datas exatas ainda serão definidas na janela entre 15 de novembro e 20 de dezembro.

Para fechar a questão, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) terá de tramitar no Congresso, decidindo as datas exatas. Como há acordo ao menos pelo adiamento, a tendência é de uma tramitação rápida.

Médicos e cientistas como David Uip; Clovis Arns da Cunha; Esper Kallás; Ana Ribeiro; Roberto Kraenkel; Paulo Lotufo; Gonzalo Vecina; e Atila Iamarino participaram da reunião, que foi por teleconferência.

Fonte Metrópoles Foto Reprodução


Redacao14 de junho de 2020
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5min00

Em Mato Grosso, 48 pessoas, principalmente ex-prefeitos no interior do Estado, que foram enquadrados na Lei da Ficha Limpa em seu primeiro ano de vigência poderão ter sua situação revertida em 2020. Entre os nomes está o do ex-prefeito de Alto Paraguai Alcenor Alves de Souza, denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) na Operação Asafe, que apurou esquema de venda e compra de sentenças no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT).

Há também diversos casos de ex-prefeitos que tiveram as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por irregularidades em convênios com o Ministério da Saúde que foram investigados na Operação Sanguessuga. De acordo com a Polícia Federal, havia pagamento de propina a deputados federais para liberação de recurso e fraude às licitações nos municípios, além de superfaturamento nos preços de ambulâncias.

A lista completa, com políticos de todo o país, foi levantada pela agência Fiquem Sabendo, especializada em dados públicos e Lei de Acesso a Informação (LAI), e divulgada pelo UOL. Os nomes constam em uma base de dados do TCU, que deve encaminhar até 5 de julho a lista dos inelegíveis por contas irregulares ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A Lei Complementar nº 135/2010, chamada popularmente de Lei da Ficha Limpa, foi um projeto de lei de iniciativa popular que reuniu cerca de 1,6 milhão de assinaturas em todo o país e foi sancionado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em seu último ano de mandato.

O objetivo é impedir que pessoas condenadas por órgãos colegiados, ou seja, em 2ª instância, possam concorrer às eleições. O próprio Lula foi enquadrado nessa mesma legislação, em 2018. A inelegibilidade prevista na lei tem duração de oito anos e ela começou a ser aplicada nas eleições municipais de 2012, então os primeiros casos de enquadramento começam a expirar neste ano.

O impedimento do ex-prefeito de Alto Paraguai aconteceu em razão do julgamento de contas irregulares da prefeitura em um caso investigado na Sanguessuga. A prefeitura fez convênio para receber recursos do ministério da Saúde para compra de um ônibus com consultório médico-odontológico por R$ 132 mil. O TCU julgou que o valor estava acima do preço de mercado e foi licitado de forma fraudulenta a uma empresa de Luiz Antônio Vedoin, empresário articulador do esquema por meio do Grupo Planam e que acabou fechando acordo de colaboração premiada com o MPF.

Como Alcenor responde a outros processos, entre eles o da compra de sentença na Asafe, uma nova condenação por órgão colegiado daria início a novo período de oito anos de inelegibilidade. Há na lista mais casos da Sanguessuga, como do ex-prefeito de Porto Alegre do Norte Aleixo Neto Paciente Gunther e da ex-prefeita de Colniza Nelci Capitani, entre outros.

Fonte RD News/Fotos Reprodução do site RDNews


Redacao1 de junho de 2020
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4min00

Confirmada até o momento a eleição municipal para outubro, dirigentes de partidos políticos começam a planejar a convenção, caso não ocorra a suspensão de prazos.

 

Muitos partidos já avaliam fazer a convenção apenas por meio de delegados, sem a presença de populares. Outros já pensam em realizar o evento por meio online.

 

O certo é que com a chegada de junho, mês que marca o início das convenções, e sem uma decisão da Justiça eleitoral para prorrogar o prazo, os dirigentes de partidos começam a mostrar preocupação, já que muitos trabalhavam com o adiamento da data da eleição de 2020.

 

ADIAMENTO

 

O novo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, disse hoje que as eleições municipais de 2020 acontecerão em outubro —a menos que autoridades sanitárias recomendem mudanças. Se for inevitável, porém, o ministro acredita ser possível adiar o pleito para 15 de novembro e 6 de dezembro (primeiro e segundo turno, respectivamente), como sugerem propostas já existentes no Congresso.

 

“Nós só cogitaríamos de prorrogação —eu digo nós, o TSE, mas penso que também seja esse o pensamento do Congresso— se isso colocar em risco grave a saúde da população e nós não encontrarmos uma alternativa para contornar esse problema”, anunciou o ministro, que tomou posse ontem como presidente do TSE.

 

 

Caso as eleições sejam adiadas, não haverá tempo, segundo Barroso, para analisar as prestações de contas até a posse, em 1º de janeiro de 2021, e o processo teria que ser feito depois. Como poucos candidatos não conseguem passar por esse teste, o ministro defende mudanças nas prestações de contas, sugerindo um sistema parecido com o da malha fina da Receita Federal. Barroso também discorda de quaisquer propostas que impliquem extensão dos mandatos atuais. Recentemente, o atual presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), também se posicionou contra a medida, argumentando que poderia abrir brechas para futuras afrontas à democracia.

 

Alternativas ao adiamento

 

Entre as alternativas em estudo para evitar aglomerações nas eleições, estão a extensão do horário de votação —de 8h às 17h para 8h às 20h— e a realização da votação em mais de um dia, hipótese também levantada pelo deputado Rubens Bueno (Cidadania-PR).

 

“A urna eletrônica veio para dar essa segurança de que o voto é legitimamente consolidado nela. Se temos esse aparato da melhor qualidade e com respostas imediatas, não vejo por que não alterar. Por que não fazer a eleição na sexta, no sábado e no domingo, por exemplo?”, questiona.

 

Fake news

 

Sobre a questão das fake news durante as campanhas, Barroso indicou que não serão feitas muitas mudanças na estraté…

 

 

Fonte: Gazeta Digital

Foto: Reprodução