Categoria: Justiça

Redacao5 de julho de 2021
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Adilson Pinto da Fonseca, de 50 anos, foi condenado a mais de 35 anos de prisão pela morte e ocultação dos cadáveres de sua namorada, Talissa de Oliveira Ormond, de 22 anos, e de sua ex-mulher, Benildes Batista de Almeida, de 39 anos.

Decisão se deu durante Tribunal do Júri nesta sexta (2), presidido pela juíza Mônica Catarina Perri. O réu foi condenado a 17 anos e 11 meses pelo primeiro crime e 17 anos e 3 meses pelo segundo crime. Até então, ele estava preso de forma preventiva.

Até Adilson confessar os crimes, mortes eram encaradas como desaparecimento. Mulheres desapareceram em 2013, Corpos foram enterrados no terreno de sua casa, no bairro Nova Conquista, em Cuiabá.

Durante as investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá, ele foi preso em flagrante por ocultação de cadáver. Em 2019, foi indiciado pela Polícia Civil por ocultação de cadáveres e femincídios.

Homem alegou que cometeu os crimes por ciúmes, depois de discussões ocasionais com as vítimas.

Desaparecimentos

A mãe de Talissa informou à Polícia Civil que ela saiu para trabalhar em uma empresa de telefonia e não deu mais notícias. Na empresa, a chefe da moça disse à mãe que naquele dia ela trabalhou o dia todo e quando saiu, havia um rapaz moreno em uma motocicleta à espera dela. Mas ninguém a viu sair com ele. No dia seguinte, a vítima teria ligado na empresa pedindo socorro. Depois não houve mais contato.

A segunda vítima,  Benildes, desapareceu em 17 de dezembro de 2013. Ela morava na cidade de Asturia, na Espanha, e tinha vindo ao Brasil onde passou cinco meses com a família. A filha dela entrou em contato com a Polícia Federal, que não identificou a saída de Benildes do Brasil.

Os inquéritos, com mais de dois volumes de informações colhidas ao longo dos anos da investigação, direcionavam para o suspeito. (Com informações da assessoria).

Fonte RD News / Foto Reprodução


Redacao30 de junho de 2021
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Um jovem de 19 anos que supostamente acreditava estar batizando e exorcizando demônios do seu pai antes em um lago em Duxbury (Massachusetts, EUA) foi preso após a morte de Scott Callahan, de 57 anos, na noite do último domingo (27/6).

Jack Callahan foi detido sem direito a fiança após se declarar inocente de uma acusação de assassinato na terça-feira (29/6) no tribunal distrital de Plymouth.

A polícia disse que Callahan foi a um bar em Boston no domingo à noite para buscar o pai, que não deveria estar bebendo. Um Uber os pegou e deixou às margens do lago de Island, no parque Crocker, perto da casa em que moravam.

Jack disse que seu pai bateu nele. Então, a luta mudou para o lago. O promotor Shanan Buckingham disse que o jovem disse aos investigadores que acreditava estar batizando seu pai no lago para exorcizar seus demônios.

“Ele descreveu que estava segurando seu pai pelas costas como um bebê no lago, que ele continuamente mergulhava a cabeça do pai na água cerca de quatro a oito vezes, que quando o pai começava a tossir e sufocar, ele levantava sua cabeça para cima e, então, quando o pai começou a lutar e golpeá-lo, ele empurrou a cabeça de volta para a água. Ele fez isso até que seu pai não estivesse mais lutando e estivesse boiando”, completou o promotor no tribunal, de acordo com afiliada da rede CBS.

“O réu indicou aos policiais que fez declarações à vítima nesse momento, afirmando: ‘Eu o deixei lá para decidir, você pode ir para o céu comigo ou para o inferno. Eu acho que ele escolheu o inferno.'”, acrescentou ele.

Jack disse aos investigadores que desmaiou e, quando acordou, o seu pai estava “desaparecido”. Na madrugada de segunda-feira (28/6), a polícia recebeu uma ligação e foi ao lago, encontrando Scott morto. O filho foi preso logo em seguida, acusado de homicídio. Ele passou por avaliação psicológica.

Fonte: RepórterMT / Foto: Reprodução


Redacao30 de junho de 2021
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Um garoto de 7 anos de Taiwan que, em abril, foi jogado 27 vezes no chão em uma aula de judô, morreu na terça-feira (29). A identidade do garoto não foi revelada.

Ele sofreu uma hemorragia cerebral depois da aula de judô. No treino, ele foi jogado no chão tanto pelo professor como por colegas.

O menino entrou em coma e começou a respirar com a ajuda de aparelhos. Depois de 70 dias, os pais decidiram desligar os aparelhos.

O tio do menino estava presente na aula —ele gravou um vídeo porque queria provar para a mãe do garoto que ele não tinha condição de praticar judô.

 No vídeo, há imagens do garoto gritando ao ser jogado no chão por outros meninos mais velhos. O técnico manda ele se levantar e diz para os outros meninos continuarem a derrubar o garoto. Depois, o próprio técnico faz isso. O menino desmaia. Segundo os familiares, o técnico afirmou que ele estava só fingindo.

Mais tarde, soube-se que o professor não tinha autorização para dar aulas.

O professor tem quase 70 anos. Ele foi processado por agressão física que resultou em danos sérios e também por ter empregado um menor de idade para cometer um crime, segundo a mídia local.

Ele chegou a ser preso, mas saiu com o pagamento de uma fiança de US$ 3.583 (cerca de R$ 18 mil).

Se for condenado, estará sujeito a uma pena de pelo menos 7 anos de prisão (a pena máxima é prisão perpétua).

Fonte: RepórterMT / Foto: Reprodução 


Redacao25 de junho de 2021
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De janeiro a abril deste ano, foram registradas 320 ocorrências de naturezas criminais relacionadas ao abuso sexual de crianças de zero a 12 anos de idade em Mato Grosso. Duas a mais que no mesmo período de 2020, quando houve 318 registros.

Os números fazem parte de um levantamento é da Superintendência do Observatório de Segurança Pública, vinculada à Adjunta de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e além de causar preocupação, também chamam a atenção ao fato de que a maioria deles foram praticados dentro de casa: 72%, ou seja, 229.

“Outro local” foi apontado em 41 registros (13%); via pública em 24 (8%); pela internet em 11 casos (3%); propriedade rural foi responsável por 6 registros (2%); em comércio foram três, enquanto escola (pública e privada), veículo e clube social foram os locais com dois casos cada.

O maior número de ocorrências refere-se ao estupro de vulnerável, com 253 casos no primeiro quadrimestre deste ano e 281 em 2020, seguido de importunação sexual, que saltou de 9 casos no ano passado para 22 em 2021.

A conduta criminosa de “Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso” foi responsável por 15 registros, contra 11 em 2020.

O assédio sexual consta com 10 casos em 2021, um a mais que no ano passado, quando houve 9 registros. O restante do total apresentou a partir de cinco casos registrados em cada natureza criminal. Segundo o Observatório, o grande número de registros reflete também a confiabilidade da população nas forças de segurança.

Quanto a faixa etária, a maior incidência ocorreu contra crianças entre 9 e 12 anos de idade (51% ou 164 casos), em seguida entre 5 e 8 anos (93 registros) e zero a 4 anos com 63 casos.

O estudo identificou ainda que as crianças do sexo feminino são vítimas em maior frequência. Das 320 ocorrências, 257 meninas (80%) e 63 meninos (20%) foram vítimas de abuso sexual no primeiro quadrimestre de 2021.

Perfil dos suspeitos

Com relação aos suspeitos, o levantamento demonstrou que 247 deles eram conhecidos da vítima (77%), 43 eram desconhecidos (14%) e 30 não informaram (9%).

Na especificação do grau de parentesco, 18% foram identificados como madrasta/padrasto; 13% eram desconhecidos; 12% eram pai/mãe; 11% amigo/amiga; 7% vizinho(a); 7% outro parente; 7% tio/tia; e 7% eram namorados(as), entre outras especificações em menores números de casos.

O sexo da maioria dos suspeitos é masculino (76%), enquanto o feminino foi identificado em 3% dos casos, e em 21% não foi identificado.

Já com relação a faixa etária das pessoas apontadas como autores dos crimes, 99 deles não informaram; 92 têm entre 35 e 64 anos de idade; 32 possuem entre 12 e 17 anos; 29 têm entre 25 e 29 anos; entre outras faixas em menor escala.

O horário noturno foi o mais utilizado para as práticas criminosas, com 90 ocorrências; seguido do período vespertino, com 83 casos; o matutino em 64 casos e a madrugada com 22 registros. O horário não foi informado em 61 ocorrências.

Todas as Regiões Integradas de Segurança Pública (Risp’s) de Mato Grosso apresentaram registro de ocorrências de abuso sexual de crianças de zero a 12 anos. A de Cuiabá (Risp 01) foi a que mais apresentou casos (56), seguida pela de Sinop (Risp 03), com 42. Só a Capital, Cuiabá, foi responsável por 52 casos, ou 16%.

Fonte: O livre / Foto: Ednilson Aguiar


Redacao24 de junho de 2021
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Uma mãe confessou ter afogado e matado a própria filha, que tinha apenas cinco meses. O crime aconteceu na Vila Bandeirante, em Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. A vítima, que já estava sem vida, foi levada até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na última terça-feira (22), com sinais de estupro.

A Polícia Militar foi acionada pelos médicos da UPA, que desconfiarem dos ferimentos nas partes íntimas da criança. A mãe da vítima, de 21 anos, estava alterada e foi levada à delegacia para prestar esclarecimentos sobre o caso.

Na delegacia, a acusada apresentou duas versões diferentes sobre o ocorrido. Primeiro, ela disse que matou a filha sozinha em um cano de água no banheiro, porque precisava tirar um “chip da besta”. Na segunda explicação, a acusada confessou o homicídio, mas disse que não tinha conhecimento sobre as lesões encontradas na região genital da criança.

Fonte Repórter MT / Foto: Reprodução


Redacao23 de junho de 2021
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Matheus Henrique Leal de Souza, um estudante de 17 anos, morreu ao ser agredido por outro aluno, de 15 anos, dentro de uma escola pública em Jaboatão dos Guararapes, município de Pernambuco. O jovem teria caído no chão e ficado desacordado após a agressão.

O caso aconteceu nesta terça-feira (22/6), em um corredor da Escola de Referência em Ensino Médio Frei Romeu Peréa, entre o intervalo das aulas. A Polícia Civil já está investigando o que ocorreu.

A Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco relatou que o acidente teria sido apenas uma “brincadeira”entre os colegas. Entretanto, enviou uma nota posterior e classificou o caso como uma “agressão”.

De acordo com o G1, o governo informou que a equipe da escola prestou socorro imediato à vítima, que foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Curado. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos e morreu.

Notas da Secretaria e da Polícia Militar

Na nota publicada, a secretaria declara que os policiares militares da Patrulha Escolar também foram acionados. A Polícia Militar “conduziu o estudante agressor, de 15 anos, ao Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), por se tratar de um caso de crime contra a vida”. O nome do jovem não foi divulgado.

A Polícia Militar afirmou, em comunicado, que foi acionada para apurar “uma briga entre alunos”. Quando chegaram ao local, os policiais conversaram com o gestor da unidade, “que informou que, durante o turno da manhã, ocorrera uma brincadeira entre dois menores, onde um veio a desmaiar no corredor, e ser socorrido, porém veio a falecer”.

Fonte: RepórterMT / Foto: Reprodução Google Street View


Redacao19 de junho de 2021
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Uma mulher foi assassinada com 28 facadas na madrugada desta quinta-feira (17) na zona rural de Sorriso, a 420 km de Cuiabá. De acordo com a Polícia Civil, Luciene Borges, de 34 anos, tinha marcas de facada na região da barriga, rosto e pescoço.

O corpo foi encontrado em uma estrada de terra por volta de 5h50. Não há informações de quem teria cometido o assassinato, nem a motivação ou se algum suspeito foi preso.

A Polícia Militar foi chamada por uma pessoa que encontrou o corpo da vítima.

Luciene estava sem as roupas na parte de baixo do corpo.

De acordo com o perito Rogério Kolzer, da Perícia Oficial do Estado de Mato Grosso (Politec), ela também tinha ferimentos e hematomas no rosto. A suspeita é de que ela foi morta no mesmo local onde o corpo foi encontrado.

A Polícia Civil esteve no local e investiga o crime. Ela tinha registrado um boletim de ocorrência por violência doméstica em abril deste ano e tinha duas medidas protetivas contra o ex-companheiro dela.

Fonte: G1 /Foto: Reprodução


Redacao18 de junho de 2021
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O homem de 39 anos suspeito de matar a própria filha de 5 anos em Guaramirim, no Norte catarinense, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Segundo a Polícia Civil, o crime teria sido motivado pela separação dos pais, que ocorreu há cinco meses. De acordo com delegado Paulo Venera, que investiga o caso, o homem confessou o assassinato. A menina tinha sinais de estrangulamento.

Ele foi autuado em flagrante por homicídio qualificado np sábado (12) e chegou a ser hospitalizado. O pedido de prisão preventiva feito pela polícia foi aceito pela Justiça no domingo (13) e o homem foi encaminhado ao Presídio Regional de Jaraguá do Sul, também no Norte do estado.

Na manhã de sábado (12) o pai da menina foi encontrado no local do crime com ferimentos provocados por uma faca na região do pescoço e no pulso. De acordo com a Polícia Militar, ele estava ao lado da filha em cima da cama.

A faca foi encontrada na residência com marcas de sangue. Ainda segundo a PM, ele foi levado para o hospital em Jaraguá do Sul, na mesma região, recebeu atendimento médico e foi levado até a delegacia, onde prestou depoimento.

Investigação

Para o delegado, o pai da criança disse que cometeu o ato utilizando uma camiseta, porque não aguentava mais ver a menina sofrendo com o fim do relacionamento.

Inicialmente, o homem disse aos policiais que a casa teria sido invadida durante a madrugada de sábado por alguém que o atacou. Ele teria desmaiado e quando acordou teria visto a menina morta.

“Com base no exame da cena do evento e nas lesões verificadas na vítima fatal, realizadas juntamente com os peritos criminais e médico legista, concluiu-se que a versão do pai da criança não tinha fundamento fático probatório”, explicou o delegado Venera.

Depois, o homem confessou o crime durante o interrogatório à polícia e justificou a motivação. “Ele apresentava sentimentos de arrependimento, mas ao mesmo tempo parecia não estar tão abalado com o fato que cometeu, tentando a todo tempo justificar sua ação dizendo que o sofrimento da criança era muito grande”, disse.

Fonte: RepórterMT / Foto: Reprodução


Redacao18 de junho de 2021
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O encontro de um feto dentro de uma lixeira situada próxima a um esgoto na avenida Autaz Mirim, no bairro Jorge Teixeira, na Zona Leste, foi registrado na tarde desta quinta-feira (17). O fato deixou moradores da área surpresos.

Conforme o tenente C. de Souza da 9° Companhia Interativa Comunitária (Cicom), os moradores encontraram o feto após sentirem forte odor em uma lixeira. Equipes da polícia foram acionadas depois que um cachorro teria mexido na lixeira.

Dentro do saco estava o feto e uma mensagem de magia negra, com absorventes e panos com sangue. Uma espécie de ritual. Foi algo surpreendente. Ninguém conseguiu ver quem poderia ter jogado isso aqui.

A autoridade policial destacou ainda que o feto media cerca de 20 centímetros e tinha aproximadamente cinco meses. O Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) e a equipe do Legal (IML) foram acionadas para atender a ocorrência.
A autoria e motivação do crime será investigada pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

Fonte: RepórterMT / Foto: Reprodução


Redacao15 de junho de 2021
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Seis homens foram presos na tarde de segunda-feira (14) pela Polícia Militar no Distrito de Santa Elvira, em Juscimeira (157 km ao Sul de Cuiabá), suspeitos de terem cometido um estupro coletivo contra mãe e filha, de 34 e 19 anos. Vítimas relataram que passaram uma semana em cárcere privado e foram agredidas, torturadas e ameaçadas durante o crime sexual coletivo.

Conforme apurou a reportagem do , duas versões do crime foram dadas as autoridades, mas, uma delas foi descartada, já que as vítimas confirmaram que estavam sendo ameaçadas pelos agressores.

Um homem identificado como ‘Neguinho’ atacou as duas com uma faca. As mulheres reagiram, entraram em luta corporal com ele, mas acabaram esfaqueadas e lesionadas com um pedaço de tijolo.

Elas acabaram socorridas por pessoas que passavam na rua e ouviram os gritos de socorro. Polícia Militar foi acionada pela equipe médica do Hospital Municipal de Juscimeira, onde as vítimas permaneceram para ser medicadas.

Mas, na verdade, conforme a Polícia Militar, a menina de 19 anos conheceu um rapaz pela internet e ele chamou a jovem para ir até a cidade. A mãe não deixou a filha ir sozinha e no dia 8 foram juntas para Juscimeira.

Desde que chegaram, foram mantidas em cárcere privado, estupradas, obrigadas a consumirem drogas, ameaçadas e agredidas. Vítimas estavam com vários hematomas pelo corpo.

Estupro confirmado

Depois que receberam o atendimento médico, mãe e filha foram levadas para a delegacia para oitiva junto ao delegado da cidade. Lá, elas confirmaram o crime e disseram que estavam sofrendo ameaças de morte por parte dos agressores e, por isso, não confessaram o estupro no primeiro atendimento da PM.

Denunciaram ainda que, além do ‘Neguinho’, outros 4 homens – com idades entre 16 e 39 – participaram do crime sexual. Polícia saiu em busca dos suspeitos pela cidade e os localizou. Cinco teria consumado o estupro e um amigo deles acabou preso no momento do flagrante por obstrução.

Eles foram detidos e levados para a delegacia, onde negaram o crime de estupro. Disseram que foram até a casa onde o crime ocorreu, que começou uma briga no local e depois foram embora.

O caso foi registrado e está sendo investigado. Reportagem entrou em contato com a Delegacia de Juscimeira, mas não obteve retorno.

Fonte: Folhamax / Foto: Reprodução