Categoria: Mundo

Redacao9 de abril de 2021
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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (9), 327.449 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 8.487 mortes em decorrência do coronavírus.

Foram notificadas 2.550 novos casos de Covid-19 e 84 mortes nas últimas 24 horas. Dos 327.449 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 13.357 estão em isolamento domiciliar e 303.501 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 526 internações em UTIs públicas e 514 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 97,95% para UTIs adulto e em 59% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (69.850), Rondonópolis (24.578), Várzea Grande (21.089), Sinop (16.369), Sorriso (12.018), Tangará da Serra (11.174), Lucas do Rio Verde (10.764), Primavera do Leste (9.533), Cáceres (7.092) e Alta Floresta (6.333).

Um total de 291.286 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.497 amostras em análise laboratorial.

Fonte: G1 / Foto: Reprodução


Redacao24 de março de 2021
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Uma professora de 27 anos deu entrada em um hospital com sinais de tuberculose na Índia. O caso, porém, sofreu uma reviravolta curiosa: na verdade, a mulher havia inalado, acidentalmente, um preservativo durante relação sexual com o marido. Os especialistas descreveram o incidente em um estudo publicado no jornal científico da National Library of Medicine.

De acordo com a pesquisa, na primeira consulta, a mulher se queixava de tosse, febre e acúmulo de muco, que persistiam por dois meses.

Ela, que recebeu prescrição de antibióticos e tratamento antituberculose, resolveu voltar ao hospital após quatro meses, já que os sintomas não passavam.

A professora foi avaliada novamente para confirmar se tinha tuberculose. O teste, porém, deu negativo para a doença: havia, na verdade, uma lesão em um lobo pulmonar superior da paciente, resultado da inalação do preservativo.

Quando a paciente foi questionada sobre como o preservativo foi inalado, ela se lembrou de uma vez na qual havia feito sexo oral no marido. “Eles [marido e mulher] podiam se lembrar que a camisinha se soltou durante o ato”, descreveram os médicos. “Naquela época, a senhora também teve um episódio de espirro ou tosse.”

Mesmo após a operação, alguns pequenos pedaços do preservativo permaneceram presos no pulmão. Por isso, pode ser que ela tenha que repetir o procedimento para avaliar a traqueia, os brônquios e parte dos pulmões. De qualquer forma, a professora deve se recuperar em breve, segundo os médicos.

Raio-x de pulmão após inalação acidental de camisinha Imagem: Reprodução/C. L. Arya, R. Gupta, V. Arora/Semantic Scholar.

Fonte: Metrópoles