Categoria: Saúde

Redacao6 de julho de 2021
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3min00

Morreu, na noite de segunda-feira (5), o homem de 33 anos que estava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) depois de sofrer queimaduras ao cozinhar usando álcool porque não tinha dinheiro para comprar gás de cozinha, em Goiânia. Segundo a família, Stive Daves Alves dos Santos sofreu uma parada cardíaca quando realizava um procedimento de raspagem.

Stive teve 50% do corpo queimado quando preparava o almoço na última sexta-feira (2), no Setor Jardim Bela Vista. No dia do acidente, ele foi socorrido por uma equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhado, com queimaduras nos braços, rosto e tórax, ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).

Ao G1, a unidade de saúde informou que “apesar de todos os esforços e procedimentos da equipe multidisciplinar da unidade hospitalar, o paciente foi a óbito”.

De acordo com a mulher dele, Chirlene Correia da Silva, de 50 anos, eles estavam passando por dificuldades financeiras e, por isso, estavam há alguns dias improvisando com álcool para conseguir cozinhar.

No dia do acidente, ela conta que tinha saído de casa e deixado o marido terminando de preparar o almoço quando um vizinho foi atrás avisando que estava saindo fumaça da casa dela.

 “Quando eu cheguei em casa já estava tudo destruído, os móveis queimados, as roupas, tudo. Meu marido tremia muito, não conseguia falar, parecia sentir muita dor. Foi desesperador”, afirmou.

Sem um trabalho fixo Chirlene conta que, além de ter perdido os móveis e as roupas no incêndio que atingiu a casa, ela terá ainda de contar com a ajuda de familiares e amigos para pagar pelo enterro do marido, que terá o corpo levado, nesta terça-feira (6), para Tocantins, onde ele nasceu.

Fonte: RepórterMT / Foto: Arquivo pessoal


Redacao6 de julho de 2021
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4min00

O Ministério da Saúde liberou, a partir desta segunda-feira (5), a campanha de vacinação contra a Influenza para a população em geral, a partir de 6 meses de idade. A decisão tem como motivação a baixa adesão dos grupos prioritários que vinham sendo atendidos até então. Em Cuiabá, dentre as 107 Unidades Básicas de Saúde, apenas algumas não estão direcionadas para a aplicação da vacina contra a Influenza

Apesar da ampliação, pessoas que fazem parte dos grupos prioritários continuam sendo imunizadas. São eles: motoristas, cobradores e auxiliares do transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, Forças de Segurança e Salvamento e Forças Armadas, crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde, idosos, professores e caminhoneiros.

De acordo com o coordenador de Programas Estratégicos da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, Wellington Assunção Ferreira, é de extrema importância se vacinar contra a gripe, uma vez que a procura nos postos de saúde está baixa. “Devido à pandemia, grande parte da população só está preocupada em ser vacinada contra o coronavírus, mas as pessoas precisam entender que o vírus da gripe também é perigoso e pode levar ao óbito. Pedimos às pessoas que fazem parte dos grupos contemplados que procurem uma unidade básica de saúde e se vacinem contra a gripe. Para isso, basta levar um documento pessoal com foto e a caderneta de vacinação”, disse o coordenador.

Todas as unidades aplicam a vacina exceto:

Wellington Assunção ainda destaca que dentre as 107 unidades básicas de saúde da Capital, apenas algumas não estão direcionadas para aplicar a vacina contra a Influenza “devido a essas unidades serem referência para a população que procura a unidade com algum sintoma de covid-19 e não ser possível fazer a separação dos demais pacientes”, disse Assunção.

As unidades que NÃO estão aplicando a vacina da Influenza são: PSF Osmar Cabral / Liberdade, PSF Nova Esperança, PSF Pedra 90 lll e lV e PSF São Gonçalo, na região Sul; PSF Novo Horizonte e CS Ana Poupina, na região Leste; PSF Santa Amália /Jd. Araçá, PSF Santa Isabel I e II e PSF Santa Isabel III, na região Oeste.

Orientações para quem se vacinou contra a Covid-19

A vacina protege contra a Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B. Importante destacar que deve ser observado um intervalo de 15 dias entre a vacina da Influenza e a da Covid-19. No caso de a pessoa ter tomado a primeira dose das vacinas Pfizer ou Astrazeneca, a dose da vacina contra a Influenza pode ser tomada 15 dias após a primeira dose. No caso da Coronavac, que tem intervalo menor entre as duas doses, a vacina da gripe deve ser tomada 15 dias após as duas doses da Coronavac.

Fonte: Olhar Direto Foto: Gustavo Duarte


Redacao4 de julho de 2021
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1min00

Mato Grosso registrou 1.075 mortes por covid-19 durante o mês de junho. O número representa 35 mortes por dia, ou seja, uma pessoa morreu por causa da doença a cada 40 minutos.

Segundo os dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), o número de mortes em junho é menor que em maio, quando foram registrados 1.179 óbitos por covid-19.

Apesar do número de mortes apresentar queda, junho registrou outra marca triste. No último dia do mês, Mato Grosso ultrapassou 12 mil mortos por covid-19 desde o início da pandemia.

O número de casos em junho também se manteve alto. Durante o mês foram registrados 44.875 casos de covid-19. Uma média diária de 1.495.

Os dados mais atualizados mostram que 715 pessoas estão internadas por causa do vírus em hospitais públicos.

Deste total, 425 pacientes estão em estado grave internados em leitos públicos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Outros 290 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 76,71% para UTIs adulto e em 32% para enfermarias adulto.

Fonte: RepórterMT / Foto: Carlos Madeiro


Redacao3 de julho de 2021
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2min00

O Brasil registrou a morte de 1.635 pessoas nas últimas 24 horas. Embora o número seja alto, o país mantém a queda da média móvel pelo 14º dia seguido. Neste sábado (3/7), a média ficou em 1.150, 24,7% menor do que o número registado há 14 dias. Ao todo, o Brasil perdeu 523.587 vidas desde o começo da pandemia.

Apenas no último período de notificações, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) levantou a soma de 54.556 novos casos de Covid-19. Agora, o Brasil conta com 18.742.025 casos confirmados.

Os cálculos são feitos pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, e se baseiam nos relatórios repassados pelo Ministério da Saúde. Essas informações também alimentam o painel interativo com notícias sobre a pandemia desde o primeiro caso da doença registrado no país.

Entenda a média móvel

Devido ao tempo de incubação do novo coronavírus, adotou-se a recomendação de especialistas para que a média móvel do dia seja comparada à de duas semanas atrás. Variações na quantidade de mortes ou de casos de até 15%, para mais ou para menos, não são significativas em relação à evolução da pandemia. Já percentuais acima ou abaixo devem ser encarados como tendência de crescimento ou de queda.

Fonte: Metrópoles / Foto:  Vinícius Schmidt


Redacao2 de julho de 2021
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6min00

média móvel de mortes por Covid-19 no Brasil está em queda desde o dia 20 de junho e se manteve assim no mais recente balanço do consórcio dos veículos da imprensa: 1.558 mortes nos últimos 7 dias.

Especialistas ouvidos pelo G1 apontam que os números da queda estão entre os dados que já mostram a efetividade da vacina em grupos (sobretudo idosos) que estão totalmente imunizados. Apesar disso, eles alertam que a pandemia não está controlada e que a chegada da variante delta ainda é um risco para aqueles que não tomaram as duas doses da vacina.

Abaixo, veja um resumo de todos os demais pontos que podem estar contribuindo para a queda da média móvel de mortes e os alertas para o cenário futuro:

Momento atual da pandemia e a queda da média móvel:

  1. Brasil tem queda de mortes na faixa etária acima de 60 anos associada à vacinação;
  2. Avanço da campanha de vacinação, grande número de infectados e medidas restritivas;
  3. Aumento da aplicação de vacinas que oferecem proteção parcial mesmo com uma dose (Pfizer e AstraZeneca);
  4. Tendência de melhora nas taxas de ocupação de leitos de UTI, segundo a Fiocruz;
  5. Recente queda na taxa de transmissão no Brasil para abaixo de 1.

 

Pontos de alerta

  • Queda não significa que a pandemia está sob controle no Brasil;
  • Redução pode ter relação com medidas de restrição adotadas há um mês;
  • Dados não apontam uma queda geral das mortes para todas as faixas etárias;
  • Brasil segue com alto platô de transmissão, acima do observado em 2020, segundo a Fiocruz;
  • Transmissão elevada gera casos mais graves entre os não vacinados;
  • Especialistas ainda demonstram preocupação com a possível chegada da variante delta ao país; considerada mais transmissível e responsável por surto de casos mesmo em países com vacinação avançada.

 

Veja abaixo a análise de cada um dos pontos:

1 – Queda das mortes no grupo acima de 60 anos

 

O avanço da vacinação entre as pessoas acima de 60 anos é apontado pelos pesquisadores e especialistas como um dos principais motivos da queda das mortes por Covid no Brasil. No gráfico abaixo, é possível ver que as mortes de pessoas acima de 80 anos começaram a cair ainda em março e, em abril, a queda passa a ser vista nos grupos de 60 a 69 anos e de 70 a 79 anos.

“A vacinação com duas doses dos idosos (é a explicação para a queda). A cobertura já está bem elevada nesta faixa, acima dos 60%. Acima dos 70, 80 e 90 ainda é maior. No número de casos, o impacto só vai ser maior com o avanço da vacinação”, afirma Julio Croda, infectologista e pesquisador da Fiocruz.

Fonte: G1


Redacao28 de junho de 2021
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11min00

Pesquisadores do Harvard’s Wyss Institute, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, desenvolveram e estão testando uma vacina personalizada e revolucionária contra o câncer agressivo.

Chamada de vacina “implantável”, do tamanho de uma aspirina, ela é colocada perto do local do tumor e evita a quimioterapia no corpo todo. E uma vez aplicada, ela faz uma reprogramação do sistema imunológico para atacar as células cancerosas, não só naquele local, mas no corpo inteiro.

A nova vacina é baseada em biomaterial e combina quimioterapia e imunoterapia para tratar tumores resistentes. Ela foi testada em ratos e “100% deles sobreviveram”, informou nesta quarta, 11, o site da Universidade de Harvard. A pesquisa foi publicada na Nature Communications. (vídeo legendado abaixo)

“100% dos camundongos que receberam a vacina em gel sobreviveram sem metástase, enquanto todos os camundongos não tratados morreram”, afirma a reportagem da universidade.

“A capacidade desta vacina de induzir respostas imunes potentes sem exigir a identificação de antígenos específicos do paciente é uma grande vantagem, assim como a capacidade da administração de quimioterapia local de contornar os graves efeitos colaterais da quimioterapia sistêmica, o único tratamento atualmente disponível para o doença ”, disse Robert P. Pinkas, um dos autores e líder da plataforma de Immuno-Materials no Wyss Institute.

“Esta vacina não apenas ativa as células dendríticas com TAAs específicos do tumor in situ, mas também remodela o microambiente do tumor para permitir ao sistema imunológico um maior acesso ao tumor e cria uma memória imunológica que evita novas recorrências.”

“O câncer de mama triplo-negativo não estimula respostas fortes do sistema imunológico e as imunoterapias existentes não conseguiram tratá-lo. No nosso sistema, a imunoterapia atrai várias células imunológicas para o tumor, enquanto a quimioterapia produz um grande número de fragmentos de células cancerosas mortas que as células imunológicas podem pegar e usar para gerar uma resposta específica do tumor eficaz “, explicou o co-primeiro autor Hua Wang, ex-pós-doutorado em Harvard e atual professor assistente no Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade de Illinois, Urbana-Champaign.

Vacina personalizada

Desenvolvida pela primeira vez em 2009, a vacina injetável contra o câncer tem se mostrado uma grande promessa no tratamento de vários tipos de câncer em camundongos e tem sido explorada em ensaios clínicos para o tratamento de melanoma no Dana Farber Cancer Institute.

“O implante de drogas quimioterápicas dentro da estrutura da vacina cria uma explosão de morte de células cancerosas que libera TAAs diretamente do tumor para as células dendríticas, evitando o longo e caro processo de desenvolvimento de antígenos”, disse o co-primeiro autor Alex Najibi, um estudante de graduação da SEAS no laboratório de David Mooney.

Na formulação original da vacina, moléculas encontradas em células cancerosas – chamadas antígenos associados a tumores (TAAs) – foram incorporadas junto com adjuvantes dentro do arcabouço do tamanho de uma aspirina para que as células dendríticas que chegam pudessem reconhecê-las como “estranhas” e montar uma resposta imune direcionada contra o tumor.

Esses TAAs podem ser isolados de tumores colhidos ou identificados por sequenciamento do genoma de células cancerosas e, posteriormente, fabricados, mas ambos os processos para criar vacinas contra o câncer personalizadas podem ser longos, tediosos e caros.

Os testes

Wang, Najibi e seus colegas decidiram aplicar essa nova tática de vacina contra o câncer ao TNBC, uma doença na qual os tumores suprimem agressivamente a atividade imunológica em sua área local, limitando a eficácia da imunoterapia.

A equipe carregou primeiro seu arcabouço de hidrogel de alginato com uma molécula de proteína chamada Fator Estimulante de Colônia de Granulócitos-Macrófagos (GM-CSF).

O GM-CSF estimula o desenvolvimento e a concentração de células dendríticas, que captam antígenos de tumores e outros invasores e os apresentam às células T nos gânglios linfáticos e baço para iniciar uma resposta imune.

Eles também adicionaram a droga quimioterápica doxorrubicina (Dox) ligada a um peptídeo chamado iRGD. iRGD é conhecido por penetrar em tumores e ajuda a direcionar o Dox para tumores após a liberação.

Quando camundongos com tumores TNBC foram injetados com a nova vacina, aqueles que receberam um arcabouço carregado com GM-CSF e o conjugado Dox-iRGD mostraram uma penetração significativamente melhor da droga nos tumores, aumento da morte de células cancerosas e menos tumores metastáticos nos pulmões do que aqueles que receberam géis contendo Dox conjugado a uma molécula de peptídeo embaralhada, Dox não modificada ou não foram tratados.

A análise mostrou que eles haviam acumulado um grande número de células dendríticas, indicando que os componentes da imunoterapia e da quimioterapia da vacina estavam ativos.

Terceiro componente

Encorajada pelos resultados, a equipe experimentou adicionar um terceiro componente à vacina chamado CpG, uma sequência de DNA bacteriano sintético que é conhecido por aumentar as respostas imunológicas.

Os camundongos que receberam vacinas com esta adição exibiram um crescimento tumoral significativamente mais lento e tempos de sobrevivência mais longos do que os camundongos que receberam vacinas sem ela.

Para avaliar a força e a especificidade da resposta imune gerada por esta vacina de três partes, os pesquisadores extraíram e analisaram células de nódulos linfáticos e baços dos animais. Surpreendentemente, 14% das células T retiradas dos gânglios linfáticos reagiram contra as células tumorais, indicando que foram “treinadas” pelas células dendríticas para direcionar o câncer, em comparação com apenas 5,3% dos camundongos que receberam a vacina de duas partes e 2,4% das células T de camundongos não tratados.

Além disso, dar uma dose de “reforço” da vacina 12 dias após a injeção aumentou ainda mais o tempo de sobrevivência.

Ação localizada

Embora esses resultados tenham revelado o efeito da vacina na ativação do sistema imunológico, a equipe também queria entender como ela afetava o microambiente local do tumor.

A análise das vacinas e de seus tumores próximos revelou que as células em tumores tratados com géis contendo GM-CSF, Dox-iRGD e CpG tinham uma quantidade aumentada da proteína calreticulina em suas superfícies, o que é um indicador de morte celular.

Os camundongos que receberam a vacina de três partes também exibiram um maior número de macrófagos pró-inflamatórios: leucócitos que estão associados a uma melhor atividade anticâncer e maior sobrevida.

Os pesquisadores também descobriram que o tratamento causou um aumento na expressão da proteína da superfície celular PD-L1 nas células tumorais, que é usada pelo câncer para evitar a detecção imunológica.

Eles tinham um palpite de que a co-administração de um tratamento com um inibidor de checkpoint anti-PD-1 que bloqueia essa evasão imunológica com a vacina aumentaria sua eficácia.

Eles implantaram a vacina de três partes em camundongos e, em seguida, injetaram o anti-PD-1 separadamente.

Os camundongos tratados com a combinação de vacina em gel e anti-PD-1 mostraram tamanho e número de tumor significativamente reduzidos e sobreviveram por uma média de 40 dias em comparação com 27 dias para camundongos não tratados e 28 dias para camundongos que receberam anti-PD-1 sozinho .

Esta sinergia sugeriu que a vacina pode ser melhor usada em combinação com terapias com inibidores de checkpoint.

Para imitar como a vacina contra o câncer pode ser administrada a pacientes humanos, a equipe testou sua capacidade de prevenir a recorrência do câncer após a remoção de um tumor primário.

Eles excisaram cirurgicamente os tumores TNBC de camundongos, depois injetaram sua vacina de hidrogel de três partes ou uma vacina líquida contendo todos os componentes em uma suspensão perto do local original do tumor.

Ambos os grupos tratados tiveram recorrência tumoral significativamente menor, mas a vacina em gel produziu crescimento tumoral significativamente mais lento e melhorou a sobrevida.

Próximos passos

A equipe continua a explorar a combinação de quimioterapia com vacinas contra o câncer e espera melhorar sua eficácia antitumoral para outros modelos de tumor de difícil tratamento.

E espera fazer estudos futuros para compreender mais e otimizar o sistema para que ele avance pra testes pré-clínicos e, eventualmente, pacientes humanos.

Este trabalho foi apoiado pelo National Institutes of Health, a Wyss Technology Development Fellowship e a National Science Foundation.

Fonte: Revista Saber é Saúde / Foto: Reprodução 


Redacao25 de junho de 2021
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2min00

A incidência da malária aumentou 12% em Mato Grosso no primeiro semestre deste ano. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) registrou, até o momento, 2.014 novos casos, a maioria ocorrida em áreas de garimpo. 

Mato Grosso já alcançou, em seis meses, 56% do total de 3.587 doentes registrados ao longo de 2020. A média está em 298 casos por mês, aponta a SES. 

Pontes e Lacerda (450 km de Cuiabá) é o município com o maior crescimento. Os casos novos pularam de 420 para 1.059 (+152%). A cidade está na lista dos maiores extratores de ouro no Estado. 

A situação está semelhante à de outras cidades com garimpo, que concentram 90% dos casos. Conquista D’Oeste (534 km de Cuiabá), que não apareceu na lista dos locais com incidência mais alta no ano passado, já tem 39 doentes. 

Outras cidades no topo do ranking estadual são: Aripuanã (588), Colniza (220) e Comodoro (37). 

Segundo a Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), Mato Grosso tornou-se, em 2020, o Estado com maior quantidade de requisições para a exploração de minérios. Os produtos naturais buscados são principalmente ouro, fosfato, zinco e cobre. 

Foto: Ednilson Aguiar/ Fonte: O Livre


Redacao24 de junho de 2021
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2min00

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) abriu um processo para aquisição de 4,6 mil sacos impermeáveis e à prova de vazamento específicos para o enterro de pessoas com doenças contagiosas, entre elas a covid-19.

No mesmo período do ano passado, o órgão adquiriu 10,9 mil produtos idênticos. Os dados da pandemia indicam que o estoque já deve estar próximo do fim.

Dados da própria SES, presentes no painel epidemiológico atualizado diariamente, citam 11.752 mortes, desde o começo da pandemia.

Vale lembrar que a letalidade da vocid em esfera nacional ultrapassa as 500 mil vítimas.

Cada momento uma avaliação

Em maio do ano passado, quando o Estado comprou a primeira remessa de 10,9 mil sacos, muito se discutiu sobre a quantidade. O país estava no começo da pandemia e ainda não se tinha um diagnóstico concreto da letalidade do vírus.

Para se ter uma ideia, naquela época, Mato Grosso tinha registrado 32 mortes e os dados nacionais apontavam o óbito de 16,8 mil brasileiros.

De lá para cá, foram vivenciadas algumas estratégias de combate à pandemia que passaram por tratamentos preventivos e isolamento social. Agora, o país tenta a imunização, que também enfrenta dificuldades por conta da escassez de vacina e o não comparecimento das pessoas aos postos de vacinação.

Caso a pandemia não seja controlada e o gasto com sacos continue no mesmo ritmo – cerca de 900 unidades por mês – a nova compra (4,6 mil unidades) deve atender a demanda de Mato Grosso somente até novembro.

 

Fonte: O Livre/ Foto: Ednilson Aguiar/O Livre


Redacao21 de junho de 2021
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2min00

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (21.06), 440.582 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 11.711 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.479 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 440.582 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 12.028 estão em isolamento domiciliar e 415.135 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 474 internações em UTIs públicas e 373 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 85,71% para UTIs adulto e em 42% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (91.340), Rondonópolis (31.915), Várzea Grande (29.701), Sinop (21.324), Sorriso (15.294), Tangará da Serra (15.137), Lucas do Rio Verde (13.557), Primavera do Leste (11.246), Cáceres (9.519) e Alta Floresta (8.402).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 354.401 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 83 amostras em análise laboratorial.

Fonte: RepórterMT / Foto: Osvaldo Furiatto / G1 SP


Redacao20 de junho de 2021
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2min00
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), registrou neste domingo (20), 439.103 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 11.664 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Em 24 horas, houve 29 mortes por covid-19 e 384 novas confirmações de casos em Mato Grosso.

Dos 439.103 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 12.380 estão em isolamento domiciliar e 413.340 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 435 internações em UTIs públicas e 373 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 78,24% para UTIs adulto e em 42% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (91.083), Rondonópolis (31.873), Várzea Grande (29.649), Sinop (21.289), Sorriso (15.236), Tangará da Serra (15.105), Lucas do Rio Verde (13.512), Primavera do Leste (11.188), Cáceres (9.490) e Alta Floresta (8.391).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

Fonte: Leia Agora / Foto: Reprodução