Categoria: Saúde

Redacao13 de julho de 2020
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3min00

O vereador que vem realizando um excelente trabalho em prol da população de Santo Antônio de Leverger, Denis Gonçalves Pinheiro (Pros), está precisando de doação de sangue.

A campanha solidária foi organizada pela família de Denis, para auxiliar na recuperação do vereador que está internado na UTI do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), depois de ter sofrido um acidente com arma de fogo no último sábado (11).

De acordo com informações de familiares, o estado do vereador é considerado grave com quadro clínaico estável. “Estamos unidos em orações e contamos com a solidariedade de todos. Quem puder fazer a doação de qualquer tipo sanguíneo, deve se dirigir ao banco de sangue Oncovida, no bairro Jardim Cuiabá e informar o nome do paciente”, explicou um dos familiares.

No último domingo (12), a esposa de Denis divulgou uma mensagem no WhatsApp tranqulizando os amigos e familiares do vereador. “Venho aqui informar que a cirurgia foi um sucesso. Denis está na UTI para se recuperar e vai ficar entubado por uma semana. Vai precisar fazer uma traqueostomia para poder respirar melhor. Não pode por o tampão porque o cérebro ainda estava muito inchado. Os médicos falaram que o caso é grave, porém, ele é novo e forte. Com muita oração ele vai sair dessa”, disse. 

O banco de sangue Oncovida fica localizado na Rua das Violetas, nº 180, no bairro Jardim Cuiabá em Cuiabá. O horário de funcionamento é de segunda à quinta das 8h às 17h e nas sextas, das 8h às 16h. Mais informações pelo telefone: (65) 3051-8700 e no WhatsApp (65) 99689-3740.

Entenda o caso

Na noite do último sábado (11), o veredor Denis Pinheiro foi atingido pelo disparo acidental de uma espingarda em sua propriedade rural, nas proximidades da Serra de São Vicente. O disparo atingiu o rosto do parlamentar.

 O vereador foi socorrido e levado ao HMC na Capital. No hospital, o vereador passou por uma cirurgia e segue internado na UTI. 


Redacao5 de julho de 2020
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8min00

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) publicou um vídeo em suas páginas nas redes sociais, após ter anunciado a decisão de suspender o rodízio de veículos e de CPF para compras e acesso a serviços. Na gravação ele explica os motivos que o levaram a determinar medidas mais duras. Segundo o emedebista, os números e o comportamento da população nos últimos dias fizeram adotar regras mais amargas para evitar propagação do novo coronavírus (Covid-19). Ele cobrou que os cuiabanos deem sua cota de sacrfício para conter a pandemia.

As decisões foram alvo de críticas e dúvidas da população. Representantes do setor comercial foram até o Palácio Alencastro entregar manifesto contra as medidas que, segundo ele, irão prejudicar mais o setor que sente impacto negativos desde março, quando foram aplicadas as primeiras normas restritivas contra a disseminação da Covid-19.

Na gravação, Emanuel disse que entendeu a reação das pessoas diante as novidade, mas pediu para que fizessem uma reflexão sobre o papel de cada um durante a pandemia do vírus.

“Muitas vezes se exige tudo do prefeito que ele tome as medidas certas, que ele não erre, que ele seja um grande líder, que ele vença a guerra no combate a covid-19, desde que eu não faça nenhum sacrifício da minha vida e continue a tocar a minha vida se possível do mesmo jeito que eu tocava antes da pandemia. Minha gente, não vai dar certo!”, destacou.

Emanuel disse que a guerra contra o coronavírus só terá êxito se cada um fizer sua parte e que sacrifícios temporários são necessários para o enfrentamento do problema.

“Cada um fazendo sua parte, exige sacrifícios temporários, no caso deste decreto que anunciei ontem de 15 a 17 dias que estamos apenas pedindo que você possa adequar a sua vida e adequar sua vida, fazer por você, é a melhor forma de fazer por todo mundo no momento de pandemia, no momento de aflição, de preocupação. Fazendo dessa forma em pouco dias um certo sacrifício em nome da minha saúde, da minha vida e toda a população”, disse.

O prefeito reconheceu que faltou comunicação na apresentação dos rodízios. Ele destacou que as medidas seriam necessárias para diminuir a circulação de pessoas na cidade.

“A comunicação não foi adequada, nós só propusemos o rodízio de veículos porque precisamos diminuir a circulação de pessoas e consequentemente de veículos por toda a cidade. Nós propusemos o rodízio de CPFs em bancos, mercados, casas lotéricas e distribuidoras de bebidas porque esses são os estabelecimentos que, monitorados por nós tecnicamente, representa maior risco a propagação da Covid-19 pela aglomeração terrível que estão causando, especialmente nos últimos dias com contatos indesejados, com uma multidão, uma aglomeração indesejado e a qualquer hora do dia que vem colocando em risco todo o trabalho feito até agora e se tornando esses estabelecimentos o campo fértil para a propagação do vírus”, ressaltou.

Emanuel ainda reiterou: “posso pecar por excesso jamais pecarei por omissão”.

“Não se combate a pandemia por decreto, se combate com gestos, ações e principalmente com a participação de todos porque literalmente estamos todos no mesmo barco”, destacou.

Outras medidas

Seguem valendo, até o dia 20 de julho, a ampliação do toque de recolher, das 20h às 5h; regime de trabalho no sistema home office para servidores municipais; proibição da utilização de refeitórios e restaurantes nos hotéis e hospedarias; suspensão do funcionamento de motéis; suspensão das as atividades presenciais nas unidades de ensino públicas e privadas; transporte coletivo com funcionamento total da frota.

Além disso, seguindo a decisão judicial, continua vedada a abertura ao público dos shoppings centers e congêneres, permitida tão somente o funcionamento das atividades essenciais mediante sistema delivery. Também está permitida a comercialização de produtos oriundos das atividades essenciais pelo sistema de entrega e retirada de produtos (delivery e passe e pegue), desde seguida todas as medidas de biossegurança.

Barreiras sanitárias

O prefeito disse que apresenta na segunda-feira (6) o sistema de implementação das barreiras sanitárias em Cuiabá, atendendo a decisão do juiz da Vara Especializada da Saúde Pública de Várzea Grande, José Leite Lindote, determinou que a Capital e Várzea Grande adotassem quarentena coletiva obrigatória por 15 dias, conforme consta no artigo 5º do Decreto Estadual nº 522/2020.

Veja vídeo:


Fonte Repórter MT

Redacao4 de julho de 2020
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7min00

Luciana Gomes de Souza, de 79 anos, morreu na manhã deste sábado (04) após uma parada cardiorrespiratória. Ela estava internada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Pascoal Ramos, em Cuiabá, desde terça-feira (30/06) e aguardava a transferência para um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A família conseguiu, na quinta-feira (02), uma liminar na Justiça, mas nem isso adiantou. Luciana estava com covid-19. Assim como Luciana, na manhã de hoje havia 58 pacientes com covid aguardando em leito de UTI.

A idosa foi levada para a UPA na terça-feira após sentir fortes dores no peito e nas costas. Ela era hipertensa e diabética. 

A nora de Luciana, Michelle Cândido, reclamou da classificação dada a sua sogra ao dar entrada na unidade de saúde. Ela comentou que apesar dos sintomas, sua sogra recebeu a cor amarela, de urgência. “Sendo que classificação dela tinha que ser vermelha, de emergência, então acreditamos que isso tenha atrasado a regulação, porque colocou ela lá em baixo da fila”.

Ela conta que a família soube que não tinha leito disponível no mesmo dia em que Luciana foi levada ao hospital, terça-feira, quando os médicos informaram que não tinha como transferir a paciente. Michele enfatizou que a família tentou de todas as maneiras a transferência com urgência, até mesmo recorreu à justiça, mas não encontraram leito de UTI vago para tratamento.

Após vivenciar o drama, Michele pediu para a população se cuidar, cumprir as medidas de biossegurança e evitar aglomeração.

“A população precisa ficar em casa e se cuidar, precisam acreditar que aqui não tem UTI. Tem gente achando que tudo é fantasia, que tudo é brincadeira, estão se aglomerando, achando que se ficar de cama terão suporte, aí que está o grande engano”, destacou.

Até a tarde desta sexta-feira (03), Mato Grosso já tinha 19.540 casos confirmados da covid-19 e 741 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. 

Em Cuiabá, com dados ainda de sexta-feira, já haviam 4.564 casos confirmados de covid-19 de residentes no município e 1.036 de não residentes, mas que estão sendo atendidos na capital. Dos confirmados, 700 já estão recuperados da doença e houve 215 óbitos de residentes e 115 de não residentes.

Outro lado

Em nota a Secretaria Municipal de Saúde disse que a idosa recebeu todo suporte na sala vermelha da unidade, o que é constestado pela família que alega que ela ficou na sala amarela.

Veja a íntegra da nota:

Sobre a sra. Luciana Gomes de Souza, a Secretaria Municipal de Saúde informa:

Ela estava internada na UPA Pascoal Ramos, aguardando a vaga na UTI. Estava recebendo todo o suporte dado a pacientes da sala vermelha da unidade.

A Central de Regulação fez o possível para conseguir a UTI. Existe uma fila com pessoas aguardando UTIs, inclusive com liminares. Até às 8h deste sábado, havia 58 pessoas aguardando vaga de UTI.

A Prefeitura tem a previsão de abrir mais 20 leitos de UTI na próxima semana, no Hospital de Referência. Após a abertura destas UTIs serão montados outros 20 leitos, totalizando 40 novas UTIs. Está aguardando apenas a chegada das bombas de infusão, que já foram compradas.                                           

O prefeito Emanuel Pinheiro e o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho lamentam mais uma vida ceifada por esta doença tão terrível.

Fonte Repórter MT

Foto Reprodução

VEJA VÍDEO PUBLICADO PELA FAMÍLIA, QUE PEDIU SOCORRO NAS REDES SOCIAIS:

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1595903227257103&id=141670129347094


Redacao3 de julho de 2020
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4min00

Conforme antecipado pelo site Folhamax, na noite de ontem com exclusividade, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, oficializou nesta sexta-feira (3) que suspenderá, neste primeiro momento, as medidas de rodízio no tráfego de veículos e limitação, por CPF, nos atendimentos presenciais realizados por bancos, lotéricas, supermercados e distribuidoras da bebidas. As normas constam no decreto 7.975, que foi assinado pelo chefe do Executivo nesta quinta-feira (2), e passariam a valer a partir de segunda-feira (6). 

Além disso, Pinheiro definiu que, na próxima segunda-feira, irá apresentar o projeto para a instalação de barreiras sanitárias na Capital. A medida cumpre com a decisão judicial imposta pelo juiz José Luiz Leite Lindote, da Vara da Fazenda Pública de Várzea Grande, em atendimento ao requerimento do Ministério Público do Estado (MPE).

As duas medidas suspensas serão discutidas com os segmentos da sociedade civil organizada e avaliada nas deliberações do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus. O prefeito reconhece que, por ser ações que resultam em grandes impactos na rotina da população, é necessário que elas sejam melhores debatidas para que, se necessário a implantação, isso aconteça da forma mais tranquila possível. “Como temos destacado e feito, desde o início da pandemia da Covid-19, sempre que preciso estamos prontos para fazer os ajustes necessários. Vamos continuar trabalhando para adotar as medidas que forem consideradas fundamentais para a preservação da saúde pública. Na segunda, apresentaremos o projeto das barreiras sanitárias e continuamos sempre contando com a colaboração da população nessa dura guerra. ”, explica o prefeito Emanuel Pinheiro

TOQUE DE RECOLHER

Seguem valendo, até o dia 20 de julho, a ampliação do toque de recolher, das 20h às 5h; regime de trabalho no sistema home office para servidores municipais; proibição da utilização de refeitórios e restaurantes nos hotéis e hospedarias; suspensão do funcionamento de motéis; suspensão das as atividades presenciais nas unidades de ensino públicas e privadas; transporte coletivo com funcionamento total da frota. Além disso, seguindo a decisão judicial, continua vedada a abertura ao público dos shoppings centers e congêneres, permitida tão somente o funcionamento das atividades essenciais mediante sistema delivery.

Também está permitida a comercialização de produtos oriundos das atividades essenciais pelo sistema de entrega e retirada de produtos (delivery e passe e pegue), desde seguida todas as medidas de biossegurança.

Fonte: Folhamax


Redacao2 de julho de 2020
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3min00

Está cada dia mais difícil entender alguns posicionamentos tomados pelo prefeito de Santo Antônio de Leverger, Valdir Pereira de Castro Filho, o ‘Valdirzinho’ (PSD). Os indícios levam a crer que o gestor municipal, tenta de todas as formas, ‘esconder’ os dados sobre os valores aplicados no combate à pandemia do Covid-19 no município.

Prova disso, é que o gestor municipal decidiu vetar o projeto de lei de autoria do vereador Adelmar Galio (PROS), aprovado pela Câmara Municipal em que obriga a prefeitura repassar semanalmente ao Legislativo, os gastos relativos ao Coronavírus.  

Levando em conta que o município deve receber algo em torno de R$ 4,8 milhões, o vereador autor da proposta de fiscalização, explica que com o projeto, Valdirzinho estaria obrigado a fornecer informações todas as sextas-feiras, sobre as licitações e contratações feitas por dispensas de licitações com recursos municipais, estaduais e federais, além de empenhos, notas fiscais de pagamentos entre outros gastos relacionados ao município para combater a pandemia.

“O que estamos propondo é uma transparência para que a sociedade tenha conhecimento de onde está sendo aplicado os recursos que vieram para combater a pandemia no município. Essa proposta é uma forma de acompanharmos de maneira transparente, os gastos da Prefeitura. Como está sendo investido os recursos detalhando serviço por serviço. Isso vai mostrar para o povo se o dinheiro está sendo investido ou não na Covid-19, mas parece que o prefeito não quer isso”, afirmou Adelmar Galio.



VETO

No veto do projeto encaminhado à Câmara, Valdirzinho afirma que é desnecessário o envio semanalmente dos documentos com os gastos e que isso irá “onerar os cofres municipais”.

“Tal imposição à administração em enviar relatórios as sextas-feiras, até cessar o enfrentamento ao coronavírus (Covid-19) oneraria os cofres públicos de modo que fica defeso ao Poder Legislativo impor gastos ao Poder Executivo Municipal, e que pelos motivos expostos, tal obrigatoriedade acaba por ser desnecessária além de onerar os cofres municipais”, diz trecho extraído do veto.


Redacao2 de julho de 2020
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9min00

O Ministério Público Federal (MPF) protocolou nesta qarta (1º) uma representação sobre supostas irregularidades encontradas no Hospital Referência (antigo Pronto Socorro de Cuiabá), que envolvem falta de medicamentos, equipamentos e retaliações sofridas por médicos que fizeram denúncias das condições de trabalho. Por meio de nota, o Palácio Alencastro ressaltou a aquisição de novos leitos de UTI e as dificuldades para aquisição de medicamentos. (Leia íntegra da nota abaixo).

A representação foi protocolada junto à Procuradoria da República de Mato Grosso, Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público Estadual (MPE) e Conselho Regional de Medicina (CRM-MT). No documento, foram colocados fatos ocorridos,  em ordem cronológica, para que órgãos representados tomem conhecimento da situação e, com base nas informações, tomem as providências cabíveis e necessárias.

De acordo com o MPF, todos os médicos que prestaram informações no interesse dos procedimentos extrajudiciais de apuração de irregularidades ou que relataram a situação ao órgão de classe, foram retirados dos postos de trabalho durante a pandemia, sem qualquer justificativa nos documentos assinados pelo secretário municipal de Saúde, Luis Antonio Possas de Carvalho, e o secretário adjunto de Planejamento e Operações, Milton Correa da Costa Neto.

Um dos fatos citados para exemplificar as supostas retaliações sofridas pelos médicos, enfatizadas pela Diretoria Clínica do Pronto Socorro Municipal de Cuiabá, por relatar as irregularidades aos órgãos de fiscalização durante a pandemia da Covid-19, está o caso da médica Margareth Mendonça Cordeiro. Visitadora da UTI Pediátrica, a profissional foi procurada pelo MPF após o órgão receber denúncia do CRM/MT de que ventiladores mecânicos e válvulas respiratórias estavam sendo retiradas da UTI Pediátrica covid, habilitada para recebimento de recurso federal perante o Ministério da Saúde.

Conforme o documento, a médica relatou as falhas na gestão do PS que, mesmo tendo habilitado leitos de UTI Covid, estes não estavam completos, a exemplo dos 15 destinados à pediatria. Outro fato relatado pela médica foi a não aquisição de bombas de infusão, que já eram necessárias muito antes do aumento de casos da doença.

“Já no dia imediatamente seguinte, 1º de julho, a médica pediatra Dra Margareth Mendonça Cordeiro, sem qualquer justificativa, foi remanejada durante uma pandemia da UTI Pediátrica, após quase 30 anos de trabalho e experiência no setor, e foi colocada à disposição do Gabinete do Secretário Adjunto de Atenção”.

Por meio de nota, a prefeitura disse que a médica precisou ser transferida para o Hospital Municipal de Cuiabá- HMC, considerando que o antigo PS já não possui internação infantil que justifique a lotação da referida equipe na local. “Oportuno esclarecer que o HMC tem acolhido pacientes não Covid-19 de todo o Estado de Mato Grosso”.

Íntegra da nota da prefeitura:

“Sobre a representação do MPF a Secretaria de Saúde esclarece que:

A gestão Municipal trabalha com princípio da transparência e respeito aos servidores e todas as denúncias sobre supostas retaliações serão investigadas e, caso confirmadas, serão punidas no rigor da lei.

No caso da médica Maragareth Mendonça, a servidora precisou ser transferida para o Hospital Municipal de Cuiabá- HMC, considerando que o Hospital Referência (antigo PS) já não possui internação infantil que justifique a lotação da referida equipe na local. Oportuno esclarecer que o HMC tem acolhido pacientes não Covid-19 de todo o Estado de Mato Grosso.

Com relação aos respiradores das UTIs pediátricas, a situação de colapso do sistema de Saúde no Estado Inteiro, fez com que houvesse a necessidade de fazer empréstimos dos mesmos para atendimentos de urgência – visando salvar a vida de pacientes adultos acometidos por Covid-19. Até às 12h desta quarta (01), 56 pessoas estavam aguardando UTI adulta em estado gravíssimo. Os respiradores já foram devolvidos.

Cabe destacar que, Cuiabá recebeu mais 20 leitos – viabilizados por intermédio do deputado federal, Emanuel Pinheiro Neto junto ao Ministério da Saúde.

Com eles, 20 novos leitos foram montados, mas ainda não foram postos em funcionamento pela ausência de bomba de infusão. O prefeito Emanuel Pinheiro chegou a fazer um apelo para conseguir os equipamentos, mas ainda não obteve êxito na busca pela a aquisição dos utensílios.

A força-tarefa do deputado federal junto ao governo federal viabilizou mais 20 respiradores que devem chegar nesta semana.

Com eles Cuiabá passará a contar com mais 40 leitos chegando ao total de 135 UTIs Covid-19, incluindo os 40 do São Benedito.

Sobre a falta de medicamentos, o cenário é nacional e não exclusivo de Cuiabá/Hospital Referência. A pandemia fez com que todo o país enfrente dificuldades para fazer a aquisição de medicamentos. Entretanto, cabe ressaltar que os medicamentos estão sendo substituídos por outros que possuem os mesmos princípios ativos, sem oferecer qualquer dano à saúde dos pacientes.

Por fim, a Secretaria de Saúde está à disposição do referido órgão, bem como de qualquer outro para prestar os devidos esclarecimentos à cerca dos fatos pontuados.”

Fonte: RD News/Foto Reprodução


Redacao17 de junho de 2020
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5min00

A falta de profissionais de enfermagem e a sobrecarga de trabalho dos servidores que atuam na área da saúde estão entre as denúncias mais frequentes feitas ao Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso (Coren-MT) por profissionais da área nos últimos 30 dias. Entre as unidades em situação mais crítica estão o Hospital Regional de Rondonópolis e a UPA do Cristo Rei, em Várzea Grande. O Conselho aponta que a desorganização das equipes está se agravando com o avanço da pandemia da Covid-19 em Mato Grosso.

Até o momento, o Estado tem mais de 6,3 mil infectados pela doença e 223 mortes, conforme boletim da secretaria estadual de Saúde (SES), divulgado no início da noite de ontem (16).

Segundo o Coren-MT, a UPA do bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, foi fiscalizada nessa segunda (15), onde ali, foi comprovado uma das denúncias recebidas, a falta de profissionais na equipe. Além disso, durante a inspeção, havia somente três técnicos de enfermagem no plantão para todos os setores da UPA. Os problemas foram confirmados por enfermeiros  que trabalham no local em entrevista ao .

De acordo com o relatório da fiscalização, a enfermeira responsável técnica pela unidade informou que já solicitou a contratação ou remanejamento, em caráter de urgência. Ela aponta a necessidade nove técnicos e quatro enfermeiros. Devido à sobrecarga de trabalho, afirma o Coren, os profissionais não estão aceitando novos plantões.

Ao site RDNews, a secretaria de Comunicação da Prefeitura de Várzea Grande informou que os problemas são decorrentes à pandemia e que que afetam tanto a população como os trabalhadores da área da saúde. “Temos uma média de 30% do total de servidores afastados com atestados médicos”, afirmou o secretário, Marcos Lemos. 

Interior

Ainda de acordo com o Conselho de Enfermagem, no Hospital Regional de Rondonópolis o desfalque na equipe registrado durante a fiscalização foi causado pelo afastamento de quatro profissionais da área, uma vez que um deles teria sido liberado ontem para voltar ao trabalho. Segundo informações da enfermeira responsável técnica pela instituição, já foi solicitada a contratação de mais 10 enfermeiros e 30 técnicos.

Em nota, secretaria estadual de Saúde (SES-MT) informou que a atual gestão reabriu o processo seletivo para a contratação de profissionais para os hospitais regionais e aumentou a remuneração dos plantões estipulados em edital. Além disso, a secretaria disse que a medida visa sanar questões ligadas à composição das equipes técnicas nas unidades hospitalares.

“A diretoria do Hospital Regional de Rondonópolis também reforça que todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) necessários estão disponíveis aos profissionais que atuam na unidade”, diz trecho da nota enviada pela SES.

Fonte RD News


Redacao17 de junho de 2020
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4min00

Quem invadir hospital para filmar ou fotografar leitos públicos em Mato Grosso, fiscalizando se estão mesmo ocupados por pacientes com Covid-19, seguindo orientação do presidente da República, Jair Bolsonaro, será preso. A afirmação foi feita pelo secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, em live nesta manhã (16), sobre a pandemia. Pela internet, no domingo (14), Bolsonaro se dirigiu aos seus apoiadores pedindo que atuem como fiscais: “Se tem um hospital de campanha perto de você, tem um hospital público, arranja uma maneira de entrar e filmar”.

O secretário considerou a fala do presidente “totalmente desproposital”, gerando risco de contágio e agressão a pacientes e servidores, além dos próprios ativistas. “Isso é altamente reprovável”.

“Não concordo com invasão de hospital nem fora da pandemia quanto menos em momento de infecção altamente contagiosa. Isso não vai ocorrer nos hospitais daqui e quem forçar fazer isso vai ser preso, porque tem lei que proíbe e é para segurança das pessoas. Inclusive, não são permitidas nem visitas aos pacientes”, reagiu o secretário.

A live do presidente repercutiu no mundo jurídico. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, criticou Bolsonaro e disse, através das redes sociais, que isso é incitação. “Invadir hospitais é crime, estimular também. O Ministério Público deve atuar imediatamente. É vergonhoso, para não dizer ridículo, que agentes públicos se prestem a alimentar teorias da conspiração, colocando em risco a saúde pública”. Outros juristas consideram que o presidetnte cometeu pelo menos três crimes: desrespeitar determinação epidemiológica em momento de infecção grave, incitação e apologia ao crime. 

Na mesma live, Bolsonaro também insinuou que governadores e prefeitos, para criar pânico, estejam aumentando, propositalmente, estatísticas da pandemia.

Sobre isso, Figueiredo ressaltou que é vice-presidente do conselho nacional que articula todos os secretários de saúde dos estados brasileiros e é de comum acordo não camuflar nem omitir informações de interesse público, dando total transparência aos dados. Ele também cita o boletim epidemiológico estadual diário como um esforço de transparência, dando ampla publicidade aos dados repassados pelos municípios.

Fonte RD News Foto Reprodução


Redacao11 de junho de 2020
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3min00

A equipe de reportagem do portal Transparência MT, recebeu uma denúncia de munícipes na manhã desta quinta-feira (11), sobre a omissão de dados do novo Coronavírus (Covid-19), no município de Santo Antônio de Leverger.

Em entrevista por telefone, o vereador Adelmar Galio (PROS), também afirmou que os dados divulgados pelo Boletim Epidemiológico publicado no site da prefeitura, não batem com os números de casos divulgados.

“A primeira questão é na divulgação dos dados, constam 08 casos confirmados e o número de bairros são 09. Outra coisa, é que também não acredito que sejam somente 08 casos. Em Leverger tem mais casos confirmados, pois são muitas famílias que tem me procurado alegando sintomas da doença e não conseguem fazer o teste na rede pública de saúde, tendo que pagar por exames particulares”, pontuou o vereador.

O parlamentar fez questão de destacar que este assunto, será pauta para uma transmissão ao vivo em sua rede social Facebook nesta sexta-feira (12). “Vou falar sobre essa omissão de dados do Covid-19, em minha Live nesta sexta-feira (12), no meu Facebook a partir das 18h30. Convido toda população de Santo Antônio de Leverger, para participar conosco, estarei com a participação da vereadora Gisele Ribeiro Paim e do deputado estadual João Batista. De antemão, peço explicações do prefeito e da secretaria de saúde, sobre esses dados do Covid-19 em nosso município” ressaltou Adelmar.


Nossa produção tentou contato por inúmeras vezes, durante toda a manhã desta quinta-feira, no telefone que a prefeitura divulga, sendo como um telefone específico para tratar de assuntos do Coronavírus, mas nenhuma das tentativas foram atendidas.

O assessor de imprensa da prefeitura, também foi procurado por um de nossos repórteres, mesmo on-line no Whatsapp, preferiu não responder as perguntas.

Afirmamos que nosso portal está a disposição para ouvir o outro lado.


Redacao10 de junho de 2020
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4min00

Em Cuiabá, vai faltar Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até para quem tem dinheiro para pagar. Desde o final de semana, o número de pacientes com covid-19 ou suspeita de infecção pelo novo coronavírus aumentou de forma exponencial.

Enquanto unidades públicas de saúde já anunciam um colapso, as particulares, apesar do silêncio, também enfrentam o mesmo cenário.

“Estamos caminhando para uma situação na qual dinheiro não fará a diferença”, afirma o diretor do Sindicato dos Profissionais de Enfermagem de Mato Grosso, Djamir Soares.

Segundo ele, hospitais particulares estão sem espaço nos setores exclusivos para pacientes da covid-19 e ainda não têm pessoal suficiente para trabalhar.

Cerca de 50% dos enfermeiros que estão na linha de frente estão contaminados, conforme o sindicalista, e mesmo assim não podem se ausentar. Na verdade, têm sido submetidos a plantões extras, para que seja dado vazão ao fluxo.

Soares lembra que no início da pandemia, muitos estabelecimentos demitiram funcionários por conta da redução nos atendimentos – reflexo da resistência de pacientes de outras doenças em procurar auxílio médico. Agora, com o pico da covid-19 se aproximando, precisam recompor o quadro.

Por esse motivo, empresários estão em busca das cooperativas de trabalhadores. Elas são a forma mais rápida e menos burocrática de atender a demanda, que não será pouca.

Um profissional, que preferiu não se identificar, conta que atua em uma unidade particular e, todos os dias, se depara com trabalhadores afastados.

Além dos que se contaminam no ofício, há os com doenças crônicas ou que possuem um parente dentro do grupo de risco para a covid-19.

“Tem gente que prefere perder o emprego, porque está com medo. Aqui no hospital está lotado”, afirma.

O que dizem os hospitais?

O Hospital Santa Rosa e o Complexo Hospital Cuiabá informaram, por meio de suas respectivas assessorias de imprensa, que não estão falando publicamente sobre a situação das UTIs.

Para todos dos contatados, o espaço continua aberto para manifestações.

Fonte: O Livre