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Tolerância zero com corrupção e fim da reeleição são prioridades para Nilson Leitão

Candidato afirma que partidos devem responder pelos mandatos de políticos que elegem

Em participação no Agência VideoCast na cidade de Confresa, na região do Araguaia, no último sábado (26), Nilson Leitão, candidato a deputado federal pelo Progressistas em Mato Grosso, defendeu mudanças que considera urgentes para o país. A primeira é a tolerância zero com a corrupção. A segunda é o fim do financiamento público de campanha. A terceira é o fim da reeleição. Na avaliação dele, sem essas reformas, o sistema político brasileiro continuará refém de privilégios e de decisões tomadas de olho no voto.

Para Leitão, a corrupção não pode ser tratada com tolerância. Ele criticou o sistema partidário atual, que classifica como uma porta de entrada para a política cheia de lama e indecência, sem nenhum tipo de exigência. Na sua visão, o partido precisa ser responsável pelo mandato de quem elege e tomar a iniciativa da cassação para quem sair da linha.

“O que precisa ter é a tolerância zero com qualquer tipo de comportamento errado de um funcionário público”, afirmou.

Sobre o financiamento das campanhas, Nilson defende o fim do dinheiro público nas campanhas. Ele lembra que o Tesouro Nacional deposita bilhões na conta dos partidos e avalia que o modelo só piorou a política brasileira. Para o candidato, quem paga o tributo tem o direito de acompanhar como o dinheiro é usado, e a democracia deveria ser bancada pela iniciativa privada, com regras e penalidades claras.

“Com o financiamento público, o Tesouro Nacional deposita lá 1 bilhão na conta de um partido, 700 milhões na conta de outro, e só piorou o Brasil”, disse.

Já a reeleição, na avaliação de Nilson Leitão, trava as reformas que o país precisa. Segundo ele, um presidente preocupado com a reeleição evita medidas impopulares, como a redução da máquina pública, para não perder votos. Sem a reeleição, o governante poderia se dedicar ao país em vez de se preocupar com a próxima eleição.

“Acabou com a reeleição, acabou a preocupação com o voto e ele vai se preocupar com o país”, completou.

Fonte: agro.mt

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