A alta da inadimplência no agronegócio amplia a pressão sobre o patrimônio dos produtores e os investimentos da cadeia. Segundo Felipe Treitinger, CEO e fundador da Cumbre, os atrasos passaram de cerca de R$ 2 bilhões há cinco anos para R$ 48 bilhões em junho de 2026. A taxa subiu de 0,54% para 5,63%, com R$ 29 bilhões concentrados entre produtores de alta renda
Fonte: AGROLINK















