Militar foi flagrado pela Polícia Rodoviária Federal transportando medicamentos e mercadorias irregulares; Polícia Federal investigará o caso
Um major da Polícia Militar de Mato Grosso foi preso em flagrante pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), nesta terça-feira (3), após ser encontrado transportando medicamentos e mercadorias importadas irregularmente do Paraguai. A abordagem aconteceu em Cuiabá.
O oficial, identificado pelas iniciais P.H.G., levava uma carga que incluía anabolizantes, hormônios masculinos, canetas de Mounjaro e outros medicamentos utilizados no tratamento de diabetes e no emagrecimento.
Além dos produtos farmacêuticos, os policiais rodoviários federais encontraram equipamentos eletrônicos e outras mercadorias provenientes do país vizinho.
Todo o material foi apreendido, e o militar acabou detido. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o destino da carga ou se os produtos seriam comercializados.
PM abre investigação contra major
Após a prisão, a Polícia Militar informou que a Corregedoria-Geral instaurou uma sindicância para investigar a conduta do oficial.
A apuração administrativa será conduzida pela própria corporação, enquanto a Polícia Federal ficará responsável pela investigação criminal.
Em nota, a PM confirmou que o militar foi detido por suspeita de contrabando e descaminho e informou que ele aguarda audiência de custódia.
“A Polícia Militar de Mato Grosso informa que a Corregedoria-Geral abriu sindicância em desfavor de um militar detido por contrabando e descaminho pela Polícia Rodoviária Federal, nesta terça-feira (3), em Cuiabá”, declarou a instituição.
A corporação também afirmou que não admite a prática de crimes por seus integrantes.
“A PMMT ressalta que não coaduna com nenhum tipo de crime cometido por parte de seus integrantes”, acrescentou.
O major permanece à disposição das autoridades enquanto são realizados os procedimentos legais. A Polícia Militar não detalhou eventuais punições administrativas, que dependerão do resultado das apurações.
O caso seguirá sob investigação da Polícia Federal.
Fonte: agro.mt















